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Abelhas com ferrão - Abelha-Africana (Apis mellifera scutellata)

Abelhas com ferrão - Abelha-Africana (Apis mellifera scutellata)

 

A Apis mellifera scutellata veio do leste da África em 1956. Também conhecida como Abelha-Africana, é uma espécie muito agressiva, polinizadora, enxameadora e migratória.  Foi introduzida, no Brasil, na região de Rio Claro-SP, para pesquisas científicas, mas acabou escapando do cativeiro, No cruzamento com as raças aqui existentes, produziu um híbrido que passou a ser chamado de abelha africanizada.

Alastrou-se rapidamente por todo o país. Sem meios de exterminá-la, os apicultores brasileiros se uniram em associações, com o objetivo de utilizá-la como produtora de mel. Com o desenvolvimento de novas técnicas e a utilização de medidas de segurança, foi possível obter uma boa produção de mel, o que possibilitou um desenvolvimento acentuado da apicultura no Brasil.

A Abelha-Africana possui um ciclo de desenvolvimento precoce (18,5 a 19 dias), em relação à europeia (21 dias), o que lhe confere vantagem na produção e na tolerância ao ácaro do gênero Varroa. Possui visão mais aguçada, resposta mais rápida e bastante eficaz ao feromônio de alarme.  Os ataques da Apis mellifera scutellata são, geralmente, em massa, persistentes e sucessivos, podendo até estimular a agressividade de operárias de colmeias vizinhas.
    
Ao contrário das Abelha-Europeia, que armazena muito alimento, a Abelha-Africana converte o alimento rapidamente, em cria, aumentando a população e liberando vários enxames reprodutivos. É uma abelha que migra facilmente, se a competição for alta ou se as condições ambientais não forem favoráveis. Tais características têm uma variabilidade genética muito grande, influenciadas por fatores ambientais internos e externos.

Ocorrência

A Abelha-Africana, como o próprio nome diz, é encontrada desde a África do Sul até o Sul do Saara.

Morfologia

A Apis mellifera scutellata possui o porte pequeno, com a coloração amarelada.

Ninho
    
A colmeia da Abelha-africana é irregular por fora, mas por dentro é bem organizada. Nela podem viver até 80 mil abelhas, cada uma com suas funções predeterminadas. As operárias passam por diversas funções, durante a vida, conforme a idade. Além de proteger a colmeia contra ataques, as operárias produzem cera, utilizada para fazer os alvéolos, onde serão depositados os ovos da rainha. A temperatura certa para a modelagem da cera é de 35°C e, para isso, um grupo maior de operárias tem a função de manter a colmeia na temperatura certa.

Se estiver frio demais para moldar a cera, ou para as larvas, as operárias produzem calor vibrando os músculos de voo. Já se estiver quente, as operárias abanam as asas para refrescá-la por meio da evaporação de gotículas de água colocadas em lugares estratégicos.

Na natureza, o ninho é oval, como uma bola de futebol americano, pendurado em um galho, ou dentro de um tronco oco. Todos os alvéolos são inclinados para cima para que nada seja desperdiçado. Muitos alvéolos são depósitos de mel ou de pólen.

As rainhas nascem como larvas comuns, mas modificam-se quando alimentadas com a geleia real, uma mistura de mel, pólen e secreções especiais.

Mel

A Abelha-Africana é uma excelente produtora de mel, sobressaindo às europeias.

Aprimore seus conhecimentos, acessando os cursos da área Apicultura, elaborados pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Por Andréa Oliveira.

Fontes: Embrapa, USP, WebBee e Wikipédia

Acesse os links abaixo e conheça mais sobre as abelhas:

Anatomia das abelhas

O mercado do mel no Brasil

Abelhas sem ferrão e com ferrão

Funções da rainha

Funções do zangão e das operárias

Termorregulação da colmeia

A dança em busca de alimento

ABELHAS SEM FERRÃO

Critérios de escolha das espécies para a criação

Requisitos ideiais para a criação

Vantagens e dificuldades quanto à sua criação

Mel com baixo teor de açúcar e ação antibacteriana

ESPÉCIES DE ABELHAS SEM FERRÃO

Abelha-Limão (Lestrimelitta limao)

Boca-de-Sapo (Partamona helleri)

Borá (Tetragona clavipes)

Guarupu (Melipona bicolor)

Guira (Geotrigona mombuca)

Guiruçu (Schwarziana quadripunctata)

Iraí (Nannotrigona testaceicornes)

Irapuã (Trigona spinipes)

Jataí (Tetragonisca angustula)

Jataí-da-Terra (Paratrigona subnuda)

Lambe-Olhos (Leurotrigona muelleri)

Mandaçaia (Melipona mandacaia)

Manduri (Melipona marginata)

Marmelada Amarela (Frieseomelitta varia)

Mirim Droryana (Plebeia droryana)

Mirim-Guaçu (Plebeia remota)

Mirim-Preguiça (Friesella Schrottkyi)

Mombucão (Cephalotrigona capitata)

Tataíra (Oxytrigona tataira tataira)

Tubuna (Scaptotrigona bipunctata)

Uruçu (Melipona scutellaris)

Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris)

ABELHAS COM FERRÃO

Origem da Apis mellifera e mecanismo de defesa

Gênero Apis e sua distribuição no mundo

Como as Apis mellifera se comunicam

ESPÉCIES DE ABELHAS COM FERRÃO

Abelhas Africanizadas (Africana+Europeia)

Abelha-Carnica (Apis mellifera carnica)

Abelha-Caucasiana (Apis mellifera caucasica)

Abelha-Europeia (Apis mellifera mellifera)

Abelha-Italiana (Apis mellifera ligustica)

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