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Abelhas - anatomia

As abelhas são dotadas de estrutura para a coleta de alimentos, como a corbícula e a vesícula melífera

Abelhas - Anatomia

 

Qualquer ser vivo é parte integrante do ecossistema da região onde vive: o mesmo acontece com as abelhas, que pertencem à classe dos insetos. A principal função das abelhas é polinizar as flores e, consequentemente, produzir frutos e sementes. Para isso, as abelhas reunidas na super-família Apoidea são dotadas de estrutura para a coleta de alimentos, como a corbícula, a vesícula melífera, entre outros. Cabe não só aos meliponicultores como a qualquer pessoa conhecer alguns órgãos e aspectos anatômicos das abelhas para entenderem e respeitarem o comportamento deste inseto.

As abelhas são zoologicamente classificadas:

Filo: Artrópode
Classe: Inseto
Subclasse: Pterigoto
Subordem: Apócrito
Superfamília: Apoideos
Família: Apidae

Esqueleto

O esqueleto das abelhas, como os demais insetos, é externo. Como uma casca ou couraça, é constituído de uma substância chamada de quitina, isto é, um invólucro protetor de um corpo sem osso, chamado de exoesqueleto, que fornece proteção para os órgãos internos e sustentação para os músculos, além de proteger o inseto contra a perda de água. O corpo é segmentado e se divide em três partes: Cabeça, Tórax e Abdômen.

Cabeça

É na cabeça, que está localizada a maioria dos órgãos sensoriais das abelhas: visão, olfato, tato, gosto e audição. Externamente, podemos destacar os seguintes órgãos: olhos simples, olhos compostos, antenas e aparelho bucal. Internamente, destacam-se as glândulas hipofaringeanas, mandibulares e a glândula salivar cefálica.

Antenas

As antenas, em número de duas, estão localizadas na parte frontal, mediana da cabeça, divididas em 3 porções: escapo, pedicelo e flagela, que são interligados por membranas elásticas (dobradiças) para garantir os movimentos e a flexibilidade. É nessa porção da antena onde se localizam as células especializadas na percepção dos sentidos: olfato, tato e audição.

Aparelho bucal

No aparelho bucal, os órgãos mais importantes são: a língua, que fica situada entre os dois lábios protetores, e as gáleas, fazendo com que a abelha, que é um inseto lambedor, pareça um inseto sugador, pela agilidade com que esses conjuntos de órgãos realizam a coleta dos seus alimentos líquidos (néctar das flores e água).

O outro órgão de destaque, no conjunto do aparelho bucal, são as mandíbulas, que estão envolvidas em diversas atividades, dentre elas, a elaboração de alimentos (pão de abelha), a elaboração da própolis e a moldagem da cera.

Tórax: parte externa

No tórax, externamente, destacam-se os órgãos locomotores - patas e asas, o primeiro par de espiráculos (órgão que compõe o aparelho respiratório das abelhas) e a presença de grande quantidade de pelos que auxiliam na coleta de pólen.

Como demais insetos, as abelhas possuem três pares de patas. Em cada par de patas das operárias, vamos observar órgãos de trabalho utilizados no seu dia a dia. O primeiro par de patas, o limpador de antenas, como o próprio nome diz, é utilizado para a limpeza dos grãos de pólen, que ficam impregnados nas suas antenas, após a visita à flor. O segundo par, o esporão, é utilizado para a retirada da bolota de pólen e da resina para a fabricação da própolis. Já no terceiro par, na região da tíbia, há uma modificação da estrutura em forma de cesto chamada de corbícula, adaptada para o transporte de pólen e resina.

Além da função de locomoção, limpeza e transporte, as patas são utilizadas, também, na manipulação da cera e da própolis.

Tórax: parte interna

Podemos destacar a presença do esôfago, que faz parte do sistema digestivo, e das glândulas salivares torácicas, que, junto à cefálica, participam do processo de transformação do néctar em mel.

Abdômen

O abdômen ou barriga é a parte traseira do corpo da abelha. É formado externamente por anéis segmentados, interligados por membranas, bastante flexíveis, que permitem movimentos ascendentes, descendentes e laterais. Internamente, abriga muitos órgãos, como os aparelhos digestivo, circulatório, reprodutor, excretor e glândulas produtoras de cera.

Destacamos, no aparelho digestivo, o papo ou vesícula melífera, que é o órgão responsável pelo transporte do néctar e da água, e o local onde ocorre a transformação química do néctar em mel.

Anatomia das abelhas

 

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Por Andréa Oliveira.

Fontes: Embrapa, USP, WebBee e Wikipédia

Acesse os links abaixo e conheça mais sobre as abelhas:

O mercado do mel no Brasil

Abelhas sem ferrão e com ferrão

Funções da rainha

Funções do zangão e das operárias

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A dança em busca de alimento

ABELHAS SEM FERRÃO

Critérios de escolha das espécies para a criação

Requisitos ideiais para a criação

Vantagens e dificuldades quanto à sua criação

Mel com baixo teor de açúcar e ação antibacteriana

ESPÉCIES DE ABELHAS SEM FERRÃO

Abelha-Limão (Lestrimelitta limao)

Boca-de-Sapo (Partamona helleri)

Borá (Tetragona clavipes)

Guarupu (Melipona bicolor)

Guira (Geotrigona mombuca)

Guiruçu (Schwarziana quadripunctata)

Iraí (Nannotrigona testaceicornes)

Irapuã (Trigona spinipes)

Jataí (Tetragonisca angustula)

Jataí-da-Terra (Paratrigona subnuda)

Lambe-Olhos (Leurotrigona muelleri)

Mandaçaia (Melipona mandacaia)

Manduri (Melipona marginata)

Marmelada Amarela (Frieseomelitta varia)

Mirim Droryana (Plebeia droryana)

Mirim-Guaçu (Plebeia remota)

Mirim-Preguiça (Friesella Schrottkyi)

Mombucão (Cephalotrigona capitata)

Tataíra (Oxytrigona tataira tataira)

Tubuna (Scaptotrigona bipunctata)

Uruçu (Melipona scutellaris)

Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris)

ABELHAS COM FERRÃO

Origem da Apis mellifera e mecanismo de defesa

Gênero Apis e sua distribuição no mundo

Como as Apis mellifera se comunicam

ESPÉCIES DE ABELHAS COM FERRÃO

Abelha-Africana (Apis mellifera scutellata)

Abelhas Africanizadas (Africana+Europeia)

Abelha-Carnica (Apis mellifera carnica)

Abelha-Caucasiana (Apis mellifera caucasica)

Abelha-Europeia (Apis mellifera mellifera)

Abelha-Italiana (Apis mellifera ligustica)

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