Taxidermia: A arte de perpetuar

Trata-se de uma técnica milenar capaz de reconstituir corpos de animais que chegaram a óbito

Taxidermia

A taxidermia é uma palavra de origem grega cuja tradução é “dar forma à pele”. Trata-se de uma arte egípcia milenar, adaptada aos tempos modernos para se reconstituir corpos de animais que chegaram a óbito para posterior exibição ao público ou estudo acadêmico, havendo ainda pessoas que, por laços afetivos, querem preservá-los. Ela cessa a atividade decompositora de micro-organismos depois da morte do animal. Para tal, exige conhecimentos químicos, anatômicos, ecológicos, plásticos e alguns outros, por isso não é possível que seja feito por qualquer um.

Embora há muito tempo não se usam mais os rústicos manequins de palha e barro para substituir o corpo do animal, popularmente, taxidermizar também é conhecido como empalhar. A maioria dos trabalhos de empalhamento realizados no nosso país é destinada ao uso científico, o que torna a taxidermia um procedimento importante de conservação cultural que objetiva resgatar espécies e transformá-las em ferramentas educacionais. Mas, além do uso acadêmico, ela também atende a outros públicos, como os criadores que recorrem a essa técnica para manterem conservada a imagem de seus animais campeões ou daquele que foi o primeiro do seu plantel e a ele se teve muito estima.

Quando há interesse em perpetuar a imagem de algum animal querido, um touro campeão, por exemplo, é importante que o criador entre em contato com o profissional que irá realizar o empalhamento antes do óbito do bicho para se informar sobre como fazer a remoção, conservação e transporte da cabeça do animal. No laboratório, o taxidermista irá registrar a imagem do material recebido por meio de fotografia e desenho que enfoca todos os ângulos. Depois, retirará e curtirá o couro e com ele irá revestir um manequim sintético de gesso, procurando moldar fielmente as características do animal. O trabalho completo demora cerca de 40 dias, dos quais 10 a 15 dias são destinados apenas à secagem à sombra da peça finalizada.

José Lélis Pontes, professor e responsável técnico pelo Curso a Distância CPT Taxidermia: Empalhamento de Aves e Mamíferos, lembra que, por mais que a taxidermia seja uma técnica que trabalhe com o animal já morto, “é necessário ter a consciência de que todos os animais, sem exceção, devem ser tratados com muito respeito”. Ele também explica que “é preciso ficar bem claro que a taxidermia não provoca e nem incentiva a matança de animais, Ao contrário, trata-se de uma técnica que deverá ser aplicada apenas em animais mortos naturalmente, por acidentes ou coletas autorizadas”.

 

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Fonte: Valfrido Taxidermia - valfridotaxidermia.com.br

Por Bruna Falcone Zauza

 

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Comentários

JOSE JULIO FERNANDES

18 de fev de 2018

como devo faze para conseguir animais empalhado e só ossos

Resposta do Portal Cursos CPT

19 de fev de 2018

Olá José Julio,

Você deve buscar em empresas especializadas neste tipo de negócio.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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