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Vai criar cabras leiteiras? Alimente-as com leguminosas e gramíneas

A consorciação das gramíneas com diversas espécies de leguminosas para a alimentação de cabras leiteiras é bastante desejável por causa do alto teor de proteína apresentado pela forragem produzida

Vai criar cabras leiteiras? Alimente-as com leguminosas e gramíneas   Artigos Cursos CPT

 

Vai criar cabras leiteiras? Alimente-as com leguminosas e gramíneas, afirma Maria Pia Souza Lima Mattos de Paiva Guimarães, professora do Curso a Distância CPT Criação de Cabras Leiteiras - Instalações, Raças e Reprodução, em Livro+DVD e Curso Online.

Com relação ao cultivo de forrageiras, vale a pena destacar a consorciação das gramíneas com diversas espécies de leguminosas, que é bastante desejável por causa do alto teor de proteína apresentado pela forragem produzida. As leguminosas são semeadas na pastagem, dando-se tempo de estabelecimento, na expectativa de que sejam ingeridas pelos animais durante o pastejo, enriquecendo a dieta. Vale destacar, entretanto, que nem sempre é possível fazer o consórcio, por incompatibilidade entre a gramínea e a leguminosa.

Cada espécie de leguminosa, da mesma maneira que as gramíneas, tem características diferenciadas de adaptação ao ambiente, dependendo das condições edafoclimáticas da sua região de origem. Por isso, é preciso destacar que a escolha de uma espécie vai depender da sua adaptabilidade às condições do local de plantio. Para escolher a melhor espécie para a região de sua propriedade, consulte os órgãos locais de pesquisa e extensão rural.

Leucena, guandu, amendoim forrageiro, grilicidia, entre outras, são as espécies mais usadas no consórcio. Entre elas, o teor médio de proteína bruta vária de 17% a 25%, contra 9%, em média, nas gramíneas tropicais.

Apesar de o consórcio ser uma prática de manejo de pastagem altamente recomendável, o mais comum na caprinocultura, entretanto, é o cultivo de leguminosas em áreas separadas, conhecidas como banco de proteínas, ou também legumineiras. Nesses locais, os animais podem ser levados para pastejar, ou, ainda, pode ser feito o corte periódico para fornecimento das folhas para consumo diretamente no cocho.

O uso em pastejo é viabilizado pelo hábito de pastejo arbustivo dos caprinos, no qual os animais levantam as patas dianteiras, apoiando-as no tronco da planta, para acessar as folhas mais altas. Para o pastejo, a área da legumineira pode ser dividida em piquetes, utilizando-se cerca elétrica, sendo feito o rodízio de pastejo. Se as plantas crescem demais, devem ser podadas até a altura de meio metro, para que se mantenha o volume de folhas tenras disponível. A forragem retirada na poda também pode ser fornecida no cocho.

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Por Silvana Teixeira.

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