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Quanto produzir de forragem para alimentar o gado de corte na seca?

O pecuarista tem de saber qual o deficit de forragem previsto no ano e o número de animais que precisará ser suplementado para calcular a quantidade de matéria seca de forragem a ser produzida

Quanto produzir de forragem para alimentar o gado de corte na seca?   Artigos Cursos CPT

 

Os sistemas de produção que mantêm o gado em pastagem a maior parte do ano e os suplementam com volumosos no período seco são muito comuns na pecuária leiteira. As opções de volumosos suplementares mais usadas têm sido as silagens, os fenos, as palhadas e a cana corrigida com ureia ou com grãos. As silagens mais usadas tradicionalmente têm sido das culturas de milho, de sorgo e de capim-elefante. Dependendo da situação, a irrigação pode ser usada como estratégia complementar.

“A escolha entre uma dessas opções deve levar em consideração a necessidade de se conhecer o potencial de produção da pastagem ao longo do ano e a produção da cultura que será usada para a produção de volumoso suplementar”, afirma Adilson de Paula Almeida Aguiar, professor do Curso a Distância CPT Pastoreio de Lotação Rotacionada para Gado de Leite e Corte.

Usando uma planilha eletrônica em um computador, são informados, basicamente, os seguintes dados: o número de animais mantidos nas pastagens do projeto; a área de pastagem disponível e sua capacidade suporte na estação das chuvas e na estação da seca. A partir desses dados, será obtido o deficit de forragem previsto no ano e o número de animais que precisará ser suplementado. Com isso, será possível calcular a quantidade de matéria seca de forragem a ser produzida. Por fim, é feita a escolha do tipo de cultura para a produção de volumoso suplementar a ser cultivada, conforme a produção média estimada por área para esta cultura e sua adaptação às condições de solo e clima da região da propriedade.

O uso de volumosos suplementares na alimentação de gado de corte não é usual, mas, quando necessário, segue os mesmos procedimentos utilizados para o gado de leite. A exceção está nos confinamentos, que têm por objetivo fazer a terminação dos animais em um curto espaço de tempo, geralmente, em menos de 100 dias.

Essa estratégia tem por objetivo produzir novilhos gordos para comercialização na época de entressafra, quando os preços pagos pela arroba são mais compensadores. Como o confinamento acontece durante os períodos de baixa produção das pastagens, propicia uma vantagem estratégica: a liberação de áreas de pastagens da fazenda para outras categorias animais.

Aprimore seus conhecimentos sobre o assunto. Leia a(s) matéria(s) a seguir:


- Volumosos suplementares são para todo o rebanho? Sim ou Não?
- Por que planejar alternativas de pastagens para o gado de corte?

Quer saber mais sobre o Curso? Dê Play no vídeo abaixo:


 

Conheça os Cursos a Distância CPT da área Pastagens e Alimentação Animal.
Por Silvana Teixeira.

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