WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Central de Vendas (31) 3899-7000
Como podemos te ajudar?
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Pragas e doenças em pastagens. Prepare-se para estes desafios

Descubra como dominar o manejo de pragas e doenças em pastagens e eleve seus resultados a outro nível


Você sabia que a substituição da vegetação nativa por pastagens cultivadas pode trazer desequilíbrios para o ecossistema, afetando negativamente a diversidade biogenética, as cadeias alimentares e os ciclos de nutrientes? Sabia também que isso, por sua vez, leva ao aumento da produção de matéria orgânica e ao surgimento de pragas e doenças?

Pode acreditar. É tudo verdade e o resultado não é nada bom para o produtor rural. Para piorar um pouquinho mais, é importante dizer que nem todas as doenças e pragas são igualmente limitantes para as pastagens na América Tropical. Algumas delas têm um impacto mais pesado ainda no processo de degradação.

Destacam-se a mancha foliar por Cercospora (Cercospora fusimaculans) e o carvão (Tilletia ayersii), que atacam o Panicum maximum. A Cercospora afeta a eficiência fotossintética e o vigor das pastagens, enquanto o carvão reduz a produção de sementes viáveis, diminuindo a capacidade de renovação natural da pastagem.

Pragas e doenças em pastagens: prepare-se para esses desafios


Além disso, pragas como a cigarrinha (Deois incompleta), cupins e formigas também desempenham um papel importante na degradação das pastagens. A cigarrinha, em particular, representa uma grande limitação para o uso do Brachiaria decumbens. Seu ataque frequente, combinado com um manejo animal inadequado e queimas, acelera o processo de degradação.

A presença das cigarrinhas Zulia entreriana, Deois flavopcita e Deois schach em todo o território nacional causa prejuízos significativos, variando de 10% a 90% nas pastagens estabelecidas, dependendo das espécies forrageiras, condições climáticas e manejo da pastagem.

“Estima-se que 25 cigarrinhas adultas por metro quadrado, em 10 dias, reduzem em 30% a produção forrageira do pasto atacado, resultando em uma perda média de cerca de 15% na produção de massa verde”, explica Adilson de Paula Almeida Aguiar, Zootecnista e Professor do Curso CPT Recuperação de Pastagens - Método Direto.

É fundamental estar preparado para lidar com esses desafios. O manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens, por exemplo, envolve a diversificação ou consorciação de espécies, o uso de forrageiras resistentes, um manejo adequado da carga animal para evitar sobra de pasto, controle biológico quando há matéria orgânica considerável no solo, queima controlada (autorizada pelos órgãos competentes) associada à gradagem em áreas com histórico de altas infestações e controle químico quando necessário.

As formigas cortadeiras, cupins, cochonilhas, gafanhotos, percevejos e lagartas são consideradas pragas secundárias, e doenças como a antracnose em leguminosas e fungos que afetam as sementes de gramíneas também podem ocorrer.

Para enfrentar esses desafios, é essencial buscar capacitação e conhecimento sobre o manejo de pragas e doenças em pastagens. Aprender as técnicas adequadas, identificar as espécies problemáticas e implementar medidas eficazes de controle podem fazer toda a diferença.


Conheça os Cursos CPT da área Pastagens e Alimentação Animal.
Por Silvana Teixeira.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Quer mudar de vida e ter sucesso profissional? Vamos te ajudar!

Precisa de ajuda?