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Como identificar pastagens degradadas e recuperá-las?

As pastagens degradadas podem ser classificadas em quatro níveis e recuperadas a partir de alguns métodos

Pastagem degradada - imagem ilustrativa

É possível afirmar que a degradação das pastagens não é um problema isolado. Ela pode ocorrer em qualquer lugar do país, ocasionando baixo aproveitamento do potencial que as forrageiras possuem. Isso se postula como um problema para a pecuária, especialmente pelo fato de que elas constituem boa parte da alimentação de algumas criações.

Adilson Aguiar, um dos professores do Curso CPT Recuperação de Pastagens – Método Direto, ressalta que o manejo inadequado é a maior causa da degradação das pastagens; mas as falhas de implantação, desde a escolha de uma espécie inadequada até o manejo inicial equivocado diminuem muito o potencial de rendimento, facilitando a degradação.

A degradação da pastagem ocorre quando há, ao longo do tempo, queda acentuada e contínua na produtividade dela. Para avaliar a degradação, é possível avaliar o número de animais que se pode manter em uma determinada área de pasto sem prejuízo para os animais e para o desenvolvimento da pastagem – o que é conhecido como capacidade de suporte.

Nível de degradação

Há quatro níveis utilizados para medir a degradação das pastagens:

- Nível 1: leve

A pastagem classificada como levemente degradada é aquela que ainda é produtiva, mas apresenta algumas áreas de solo descoberto ou plantas daninhas. A capacidade de suporte pode cair cerca de 1/5 em relação à pastagem que não está degradada.

- Nível 2: moderado

No nível moderado, há aumento na infestação de plantas daninhas ou no percentual de solo descoberto. Também, a capacidade de suporte pode cai mais do que a pastagem no nível 1, podendo ser reduzida à metade.

- Nível 3: forte

Quando a degradação é considerada forte, percebe-se um aumento excessivo na infestação de plantas daninhas ou no percentual de solo descoberto. A proporção de forrageiras é muito baixa e a capacidade de suporte é reduzida em até 80%.

- Nível 4: muito forte

Por fim, o nível 4 – muito forte – evidencia que há grande parte de solo descoberto e observa-se sinais claros de erosão. Quase não há mais forrageiras ou há baixa proporção, com a capacidade de suporte reduzida a mais de 80%.

A recuperação de pastagens

São três os principais métodos de recuperação:

- Recuperação direta

A recuperação direta é uma das mais acessíveis, pois é feita a partir da recomposição da produtividade da pastagem e da cobertura do solo pelas forrageiras. Realiza-se o controle das plantas daninhas e o ajusta de fertilidade do solo com adubação. Em alguns casos, o replantio de forrageiras pode ser necessário. O método é indicado para pastagens que se encontrem no nível um ou dois de degradação.

- Renovação

Já na renovação, o produtor precisa formar uma nova pastagem. Além de corrigir a fertilidade do solo, também há o replantio da forrageira, selecionando ou não uma nova espécie. O solo tem que ser preparado e, em relação à recuperação direta, o uso da área renovada tem que ser interrompido por aproximadamente 90 dias. Pastagens classificadas nos níveis três e quatro requerem a renovação.

- Recuperação/renovação indireta

Por fim, o método de recuperação/renovação indireta, demanda integração com lavoura ou floresta. Em outras palavras, a formação integrada de pastagem tem o objetivo de recuperar a fertilidade do solo, obter renda em curto prazo ou diversificar a geração de renda. É uma operação mais onerosa, mas possui potencial para retornar o investimento. Assim como a anterior, é indicada para pastagens que estejam nos níveis três e quatro de degradação.

 


Conheça os Cursos CPT da Área Pastagens e Alimentação Animal:

Recuperação de Pastagens – Método Direto
Manejo de Pastagens
Formação de Pastagens

Fonte: DIAS-FILHO, Moacyr Bernardino. Degradação de pastagens: o que é e como evitar / Moacyr Bernardino DiasFilho. — Brasília, DF: Embrapa, 2017. PDF (19 p.): il.
por Renato Rodrigues

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