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Vacas leiteiras - volumosos e concentrados na alimentação aumentam a produção

Para alimentar uma vaca leiteira durante todo o ano, de forma a propiciar excelentes condições de produção, é preciso planejar a produção dos alimentos volumosos e suplementos concentrados de boa qualidade, de forma a garantir qualidade e baixo custo

vaca leiteira

Para alimentar uma vaca leiteira é preciso planejar a produção dos alimentos volumosos e concentrados de forma a garantir qualidade e baixo custo

Não há dúvida de que na alimentação de vacas leiteiras é preciso atenção no balanceamento da dieta. Esta medida se faz necessária  para se buscar um uso equilibrado das diversas alternativas de alimentos utilizados, não perdendo de vista, também, a questão do custo da produção.

Se os alimentos volumosos devem obrigatoriamente fazer parte da dieta, como calcular a quantidade necessária? Quais as preocupações que o produtor de leite precisa ter quando da produção de volumosos? E a respeito dos concentrados, quais as principais preocupações?

Na produção de leite a pasto, a grande preocupação do pecuarista é com relação à qualidade da forragem consumida por seu rebanho. Já se sabe que é possível produzir até 14 kg de leite ao dia, utilizando-se apenas a pastagem de gramíneas tropicais, como fonte de alimento, mais suplemento mineral.

“Apenas a forragem tenra, no seu mais alto valor nutricional, selecionada pelas vacas em pastejo, é que permite alcançar índices de produção como estes”, afirma o professor Luciano Patto Novaes, do curso Alimentação de Vacas Leiteiras, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

Para que seja possível as vacas terem a disposição esse tipo de alimento volumoso, será preciso que seja adotado o pastejo rotativo. Nele, faz-se a divisão da pastagem em piquetes, ajusta-se a pressão de pastejo a disponibilidade de forragem de qualidade, faz-se o rodízio entre piquetes, de forma a garantir um período de descanso suficiente para que a rebrota seja vigorosa, e retorna-se com os animais no momento em que a forragem atinge sua mais alta qualidade.

vaca leiteira

Apenas a forragem tenra, no seu mais alto valor nutricional, selecionada pelas vacas em pastejo, é que permite alcançar índices de produção

Este manejo vale tanto para as gramíneas tropicais, quanto para outras forrageiras utilizadas em pastejo nas regiões subtropicais. O fator limitante do uso das pastagens é a estacionalidade da produção, propiciada pela seca durante o inverno, na região sudeste e centro-oeste, e pelo calor do verão nas regiões subtropicais onde as forrageiras temperadas são cultivadas no inverno.

Nos dois casos, é necessária suplementação com forragens conservadas, como silagens, fenos, capineira, cana corrigida com ureia e pré-secados, a partir do momento em que se reduz a oferta de forragem na pastagem.

Para se saber sobre quanta forragem se deve reservar para a estacão seca, e garantir alimento de qualidade suficiente para que o rebanho leiteiro mantenha a produção, basta fazer alguns cálculos. Vale destacar que as forrageiras originárias de climas temperados, e cultivadas para pastejo no inverno, no Sul do Brasil, como aveia, azevém, trevos e alfafa, têm maior teor de proteína bruta e maior digestibilidade, permitindo obter produções que podem variar de 20 a 25 kg de leite por vaca ao dia, sem suplementação com concentrado.

Portanto, observe a seguinte relação: se uma vaca consome 80 kg de capim verde por dia, dez vacas, 800 kg. Ao final de 30 dias, a pastagem terá de oferecer 24.000 kg de forragem disponível. Em termos de matéria seca, estas 10 vacas estarão consumindo cerca de 130 kg ao dia, o que em 30 dias significa 3.900 kg, e, em seis meses de estacão chuvosa, 23.400 kg de matéria seca.

Como durante os seis meses de seca, o pasto oferece apenas 20% do total consumido, ou seja, 4.680 kg, 18.720 kg deverão ser produzidos e armazenados nas chuvas, para consumo durante o período de escassez. Os teores de proteína bruta e NDT terão de ser mantidos para que a produção de leite não caia.

vaca leiteira

Para a produção de leite em confinamento, os volumosos são os mesmos, destacando-se as silagens, os fenos e os pré-secados

Para a produção de leite em confinamento, os volumosos são os mesmos, destacando-se as silagens, os fenos e os pré-secados. Nesse caso, entretanto, a forragem conservada será usada ao longo de todo o ano, a não ser em sistemas que utilizem o pastejo em forrageiras tropicais ou temperadas de inverno, parte do dia.

Alternativas de alimentos
Tanto na suplementação no sistema a pasto, como na produção de leite em confinamento, o produtor de leite terá de se esmerar para cultivar forragens de alta qualidade, colhê-las no ponto certo e armazená-las de forma correta.

Cada uma delas depende de técnicas específicas, para que possam oferecer o máximo valor nutricional, garantindo às vacas condições de produzir leite de qualidade. Alem disso, o produtor de leite deverá ter grande preocupação com o custo de produção.

A produtividade de leite tem alta dependência da eficiência de produção de forragens. Num estudo sobre o efeito da produtividade de milho para silagem sobre o número de vacas e a quantidade de leite produzido por hectare ao ano, percebeu-se que, ao produzir 20 t de milho forrageiro por ha, é possível manter 0,92 vacas, produzindo 4.600 Kg de leite por hectare.

Com uma produção de 50 t, o número de vacas subiu para 2,29, e o leite produzido chegou a 11.450 kg/ha. Não há dúvidas de que a lucratividade aumenta à medida que se aumenta a produtividade das lavouras destinadas a produção de forragem.

Conclui-se, então, que para alimentar uma vaca leiteira durante todo o ano, de forma a propiciar condições para que ela expresse todo o seu potencial de produção, é preciso planejar a produção dos alimentos volumosos, de forma a garantir qualidade e baixo custo.

Por outro lado, seja no pasto ou no confinamento, os suplementos concentrados de boa qualidade são indispensáveis para que se produza leite em maior escala, aproveitando-se o potencial dos animais e o potencial agrícola do clima e dos solos brasileiros.

Sendo assim, ficam as perguntas: Qual o melhor concentrado para ser utilizado num rebanho de alta produção? Produzir o concentrado na fazenda é uma alternativa viável técnica e economicamente? Podem ser usados grãos de cereais e de oleaginosas dos mais diversos tipos; subprodutos da agricultura, como sobras de colheita e material oriundo da limpeza de grãos.

vaca leiteira

A produtividade de leite tem alta dependência da eficiência de produção de forragens

No entanto, os subprodutos da agroindústria, como farelos, polpas, tortas e outras sobras; alimentos de origem animal que vão desde farinhas de carne, de penas e de resíduos de abate de aves, até cama de aves, tradicionalmente utilizados, estão proibidos pela legislação.


Confira mais informações, acessando os cursos da área Gado de Leite.

Por Silvana Teixeira

 

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Comentários

Carlos Alberto Souza

13 de mai de 2014

Quero, saber se uma prensa manual, nos ajuda na embalagem do pré-secado. preciso desta informação. Carlos

Resposta do Portal Cursos CPT

14 de mai de 2014

Olá, Carlos Alberto!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

Sim, a prensa manual hidráulica ajuda na embalagem do pré-secado.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

deivis carlos

25 de abr de 2014

gostaria de saber qual horário que eu prendo a vaca e o bezerro

Resposta do Portal Cursos CPT

29 de abr de 2014

Olá, Deivis!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

O bezerro começa a mamar de duas a cinco horas após o nascimento, e a mama dura de 10 a 15 minutos. Porém, a vaca precisa fazer os controles olfativo e gustativo no bezerro logo após o nascimento (o reconhecimento da cria é feito próximo à região anal). Se o bezerro for separado da mãe antes do reconhecimento, as chances da vaca aceitar o filhote caem pela metade em cinco horas

A amamentação de bezerros deve ser feita, para crescerem melhor, no mínimo, duas vezes por dia. O colostro (leite dos primeiros 5 dias) deve ser aproveitado ao máximo, o que impossibilita o uso da mesma vaca sempre.

Alimentação das vacas:

Um sistema de alimentação para vacas em lactação, para ser implementado, é necessário considerar o nível de produção, o estágio da lactação, a idade da vaca, o consumo esperado de matéria seca, a condição corporal, tipos e valor nutritivo dos alimentos a serem utilizados.

O estágio da lactação afeta a produção e composição do leite, o consumo de alimentos e mudanças no peso vivo do animal.

Nas duas primeiras lactações da vida de uma vaca leiteira, deve-se fornecer alimentos em quantidades superiores àquelas que deveriam estar recebendo em função da produção de leite, pois estes animais ainda continuam em crescimento, com necessidades nutricionais bastante elevadas. Assim, recomenda-se que aos requerimentos de mantença sejam adicionados 20% a mais para novilhas de primeira cria e 10% para vacas de segunda cria.

Recomenda-se alimentar as vacas primíparas separadas das vacas mais velhas. Este procedimento evita a dominância, aumentando o consumo de matéria seca.

As vacas não devem parir nem excessivamente magras nem gordas. Vacas que ganham muito peso antes do parto apresentam apetite reduzido, menores produções de leite, distúrbios metabólicos como cetose, fígado gorduroso e, deslocamento do abomaso, além de baixa resistência aos agentes de doenças.

Um plano de alimentação para vacas em lactação deve considerar os três estádios da curva de lactação, pois as exigências nutricionais dos animais são distintas para cada um deles.

Para mais informações recomendamos que consulte um médico veterinário para mais informações de como proceder corretamente com a dieta.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

Teixeira Queiroz

3 de out de 2013

Parabéns sobre os comentários de manejo muito legal

Resposta do Portal Cursos CPT

4 de out de 2013

Olá, Teixeira!

Agradecemos sua visita e comentário em nosso site.

Atenciosamente,

Ana Carolina dos Santos

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