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Manejo alimentar de vacas leiteiras no cocho e no pasto

O manejo alimentar de vacas leiteiras deve torná-las produtivas, sem perder de vista o controle dos custos da alimentação

Manejo alimentar de vacas leiteiras no cocho e no pasto

“A alimentação é o item que mais onera a pecuária leiteira, com 60% do custo total. Por esse motivo, o pecuarista leiteiro deve realizar um bom manejo alimentar das vacas leiteiras, para torná-las produtivas, sem perder de vista o controle dos custos da alimentação”, enfatiza Juliano Ricardo Resende, especialista em bovinocultura leiteira e professor do Curso CPT a Distância e Online Alimentação de Vacas Leiteiras em Pasto e em Confinamento.

No cocho


Normalmente, vacas criadas em sistema de confinamento apresentam consumo alimentar bem mais eficiente. Entretanto, a formulação da dieta total deve atender às principais exigências nutricionais e operacionais, recomendadas para o bom manejo alimentar do rebanho leiteiro. Independentemente de o sistema de criação ser intensivo ou semi-intensivo, quando o fornecimento de alimentos é feito no cocho, torna-se fundamental separar os animais em lotes.

A finalidade da divisão do gado leiteiro em lotes é agrupar vacas com necessidades nutricionais semelhantes para que todas recebam uma dieta equilibrada. Com isso, o pecuarista consegue estimar, com mais assertividade e precisão, quais lotes produzirão mais leite. Além disso, a prática da separação em lotes permite reduzir os custos com alimentação, em dietas com menor teor proteico e energético, direcionadas a vacas com maior avanço na curva de lactação.

Vale lembrar que o loteamento do rebanho leiteiro não pode se limitar ao espaço físico dos cochos onde as vacas se alimentam. Geralmente, quando as vacas têm acesso ao alimento 20 horas por dia, elas permanecem até 5 horas se alimentando, com o hábito de irem ao cocho 11 vezes (média).

No pasto


Quando as vacas leiteiras são criadas no pasto, o manejo da forragem deve ser diferenciado, com base na interceptação luminosa. Já os calendários fixos do período de descanso dos piquetes devem ser descartados. Dessa forma, assim que as forrageiras alcançam 95% da interceptação luminosa, o desenvolvimento dos tecidos vegetais atinge o nível máximo, com maior acúmulo de matéria seca por hectare.

Consequentemente, o desempenho das vacas para ganho de peso e produção de leite é otimizado. Tudo graças aos diversos ciclos de pastejo, com disponibilidade de forragem com excelente qualidade bromatológica (maior proporção das folhas quando comparadas às hastes e aos tecidos vegetais envelhecidos).

Ao atingir 95% de interceptação luminosa, toda forrageira, seja ela sorgo, milho ou braquiária, apresenta uma altura fixa padrão, chamada de altura de entrada. Para o bom manejo dos piquetes, é indispensável a observação criteriosa do funcionário da fazenda pecuária para que o rebanho leiteiro entre no piquete quando a forrageira estiver na altura ideal. O mesmo vale para a saída das vacas do piquete quando a altura do dossel forrageiro cair para 50%.

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Leia o artigo "Farelos usados na alimentação do gado leiteiro."

Fonte: prodap.com.br

Por Andréa Oliveira.

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