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Gado leiteiro: aprenda a prevenir e tratar a febre do leite

As vacas leiteiras estão sujeitas à febre do leite no período pós-parto e durante a lactação

Bovino doente - imagem ilustrativa

Bovinocultores devem estar atentos a qualquer sinal incomum que os animais apresentem, pois algumas doenças são facilmente identificáveis precocemente. Também chamada de paresia puerperal, paresia das parturientes, febre vitular e síndrome da vaca caída, a febre do leite é uma doença metabólica que pode acometer vacas de alta e média produção logo após o parto ou a qualquer momento durante o período de lactação.

Luciano Novaes, professor do Curso CPT Manejo da Vaca Gestante no Parto e Pós-Parto, ressalta a importância do manejo da vaca leiteira antes, durante e após o parto para garantir o conforto do animal durante esse processo e evitar a ocorrência de doenças e outras complicações.

A febre do leite é uma afecção causada pela queda do cálcio sérico, chamada de hipocalcemia aguda. Na maioria dos casos, a ocorrência é associada ao parto e ao início da fase de lactação. A maior incidência da febre do leite ocorre nas vacas que estão na terceira ou na quarta lactação.

A hipocalcemia pode acarretar numa série de sintomas, uma vez que o cálcio é um mineral essencial para o organismo. A deficiência de cálcio no periparto ocorre devido à necessidade do mineral para a produção do colostro de leite, sendo possível a incapacidade de suprimento dessa demanda.

Quando os níveis de cálcio começam a diminuir, alguns mecanismos reguladores retiram o mineral dos ossos e o transfere para a corrente sanguínea, uma vez que o organismo da vaca sempre dará prioridade à produção de leite.

A fase de hipocalcemia é sempre associada à parição, mas nem todas as vacas apresentam os sintomas mais severos. Quando o apresentam, há o quadro de febre do leite, que faz com que os animais fiquem mais susceptíveis a outros problemas no pós-parto, como deslocamento do abomaso, retenção de placenta, cetose e mastite. A febre do leite também pode causar a redução da fertilidade das vacas.

Sinais clínicos

As vacas podem apresentar anorexia e dificuldade para andar no início da doença. Além disso, é possível perceber tremores musculares nos membros e na cabeça. Em seguida, elas ficam inquietas e podem ranger os dentes e apresentar rigidez nas patas traseiras.

É comum também que as vacas tenham alteração na temperatura retal, que é modificada devido à perda da capacidade de controle da temperatura central. Há, ainda, alterações digestivas, como a parada da ruminação e a produção constantes de gases, que leva ao quadro de timpanismo.

A rigidez dos membros faz com que as vacas tenham dificuldade em permanecer em estação, então elas costumam cair e permanecer deitadas, o que pode gerar novas complicações, como a diminuição do estado de consciência. A rigidez dos membros pode vir a desaparecer, mas ficarão membros flácidos com extremidades frias.

A falta de tratamento pode causar a parada da circulação sanguínea, também chamada de choque circulatório, causando a morte do animal.

Prevenção

A primeira forma de prevenir a febre do leite é garantir uma dieta adequada para cada situação. É preciso prevenir a hipocalcemia, o que pode ser feito com a aplicação de dietas com maiores níveis de fósforo ao longo da gestação, além da suplementação de cálcio por volta de 2 a 4 dias antes do parto.

Para vacas com déficit nutricional ou com baixa exposição solar, recomenda-se a administração de vitamina D na última semana de gestação. A vitamina D auxilia na metabolização do cálcio, estimula a absorção de nutrientes e aumenta sua concentração no sangue.

A administração subcutânea de cálcio imediatamente após o parto também é recomendada. Além de prevenir a febre do leite, essa reposição ajuda a reduzir o estresse das vacas, auxiliando nas boas práticas de manejo e bem-estar animal.

Diagnóstico e tratamento

Para diagnosticar a febre do leite, é observado o histórico do animal, além da observação dos sinais clínicos.

O tratamento é feito a partir da reposição imediata de cálcio no organismo, que pode acontecer de forma intravenosa ou subcutânea. O tratamento subcutâneo é inadequado para vacas caídas devido à velocidade de absorção reduzida, sendo mais indicada a forma intravenosa nesses casos. Após a reposição de cálcio no organismo das vacas, a melhora ocorre de maneira rápida.

 


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Fonte: Syntec – Syntec.com.br
Por Renato Rodrigues

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