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Fatores que intensificam a produção de leite: conheça-os

A importância na intensificação da produção leiteira começou na década de 70, propondo métodos de manejo e tecnologias viáveis para o aumento da produção de leite por hectare

Produção de leite


A importância na intensificação da produção leiteira começou a ser sentida na década de 70, quando estudos foram publicados propondo métodos de manejo e tecnologias viáveis para o aumento da produção de leite por hectare. Nesse período, alguns pesquisadores buscaram alternativas para resolver o problema da sazonalidade produtiva. Foram propostas alimentares alternativas para as épocas de menor oferta de alimentos (outono/inverno e/ou época seca), que limitava a produção a quatro ou cinco meses do ano. Outros aspectos estudados recentemente, que alavancaram a produtividade da atividade foram:
- O manejo das pastagens, que permite maiores taxas de lotação;
- A descoberta das necessidades nutricionais dos microrganismos ruminais, que permitiram a menor limitação nutricional dos animais; e
- O desenvolvimento de estudos sobre a suplementação concentrada que proporcionaram maiores aportes de energia e proteína aos animais, possibilitando maior produção por animal.

Fatores que influenciam o grau de intensificação


1. Melhoramento genético

Um programa de melhoramento genético é prática fundamental para a evolução do rebanho e, consequentemente, para o desenvolvimento da atividade leiteira. Segundo Adilson de Paula Almeida Aguiar, professor do Curso a Distância CPT Produção de Leite em Pasto, em Livro+DVD e Curso Online, “A correta seleção permitirá o aumento do mérito genético do rebanho, com alta pressão de seleção, pois haverá animais geneticamente superiores para seleção e reposição, aumentando os descartes estratégicos”. Já as biotecnologias reprodutivas, quando bem utilizadas, ajudam a acelerar o ganho de mérito genético, tornando mais rápido o processo de melhoramento genético. Alguns exemplos de biotecnologias reprodutivas são: transferência de embriões, fertilização in vitro, inseminação artificial, compra de sêmen sexado, entre outros.

2. Nutrição

A produtividade leiteira dos animais está diretamente relacionada ao consumo de matéria seca e a sua qualidade nutricional. Sem oferta adequada de alimentação volumosa não há produção leiteira, e, quando esta é ofertada em baixa qualidade, a produtividade será prejudicada. Sendo assim, quando se pretende intensificar o sistema de produção, deve-se ter atenção à disponibilidade de forragem, seja por meio do manejo da pastagem, seja por meio da alimentação volumosa suplementar.

3. Manejo reprodutivo

Para uma produção leiteira eficiente, não se deve contar apenas com o comportamento reprodutivo natural dos animais. Sem um manejo reprodutivo adequado, não é possível implementar um programa de melhoramento genético. Também não é possível controlar as variações na produção leiteira, que é maior durante os primeiros seis meses após o parto, e decai posteriormente, tornando-se insuficiente para pagar os custos da produção leiteira.

No intuito de manter a produtividade leiteira em valores aceitáveis, torna-se necessária a utilização de métodos reprodutivos que propiciem um intervalo de parto de 12-13 meses, o que será conseguido por meio de um manejo reprodutivo adequado. O manejo reprodutivo busca viabilizar a manutenção das condições fisiológicas necessárias para a reprodução, o acompanhamento do escore corporal (peso dos animais), a detecção eficiente de cios, a inseminação ou monta natural e a confirmação da prenhez. Caso a matriz não confirme prenhez, o processo se repete.

Fisiologicamente, a principal questão a se considerar para um correto manejo reprodutivo é o manejo nutricional. O escore corporal também possui grande relevância, pois matrizes muito magras são mais sujeitas a enfermidades e menos suscetíveis, fisiologicamente, à reprodução. Em matrizes que possuem grande reserva de gordura, a reprodução está fisiologicamente dificultada e há maior probabilidade de abortamento. Fisiologicamente, a condição corporal ideal para a reprodução ocorre em fêmeas de peso corporal mediano, que não se encontram abaixo do peso, com ossatura aparente; tão pouco acima, com acúmulo de gordura.

Distúrbios hormonais, infecções uterinas e ovarianas, dificultam a reprodução e podem causar demora na involução uterina pós-parto e consequentemente, comprometer cios futuros. Para se evitar estes problemas é necessária a intervenção sistemática de um médico veterinário.

Manejos inadequados ou ambientes desfavoráveis, por sua vez, causam estresse nos animais. O estresse é um fator deprimente do sistema imunológico e tem consequências fisiológicas negativas em todas as fases de criação.

Manter condições ambientais e de manejo que minimizem o estresse, como acesso à água em abundância, limpa e fresca, alimentação em quantidade e qualidade adequadas, facilidade de locomoção e ambiente limpo e fresco são fatores que podem determinar o sucesso ou fracasso reprodutivo na atividade leiteira.

Com o intuito de se minimizar o estresse e atender às condições mínimas para a reprodução dos animais, é necessário o entendimento dos fatores envolvidos no manejo reprodutivo e o treinamento da equipe de manejo para que se possa minimizar o estresse, tornar o ambiente confortável e conduzir os animais de forma tranquila e respeitosa.

A manutenção das condições fisiológicas, ambientais e de manejo ideais para a reprodução do rebanho propiciam condições necessárias para que as fêmeas apresentem cio e sejam inseminadas ou cobertas.

A detecção do cio e o momento correto da inseminação são outros fatores de estrema importância para o correto manejo reprodutivo. A detecção do cio depende, então, da observação do comportamento do rebanho. A equipe de manejo deve conhecer os comportamentos reprodutivos e permanecer atenta a possíveis manifestações de cio, registrando e observando com mais atenção fêmeas que possam apresentar os sinais característicos.

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Por Silvana Teixeira.

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