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Aleitamento natural de bezerras: sim ou não?

Existem três fatores determinantes para a adoção do sistema de aleitamento natural de bezerras

Aleitamento natural de bezerras: quando esse sistema é indicado?   Artigos Cursos CPT

 

O sistema de aleitamento natural deverá prevalecer quando as vacas não “descem o leite” sem a presença das bezerras, condição esta comum em rebanhos puros ou com alto grau de sangue de raças zebuínas; a produção média diária de leite, por vaca, for inferior a 8 kg; e a pessoa que trata das bezerras não for esclarecida o suficiente par entender e acreditar na importância da higiene dos baldes e utensílios.

“Se pelo menos uma dessas três situações ocorrer, deve-se adotar o aleitamento natural. Caso contrário, a produção total de leite na lactação será reduzida com a ausência do bezerro no momento da ordenha, podendo diminuir a produção diária de leite, encurtar o período de lactação, ou mesmo provocar a “secagem” imediata da vaca”, afirma Oriel Fajardo de Campos, professor do Curso CPT Bezerras de Raças Leiteiras - Do Nascimento ao Desaleitamento.

Além disso, para vacas com produções iguais ou inferiores a 8 kg de leite por dia, não adiantaria obter numa ordenha (manhã ou tarde) 3 ou 4 kg de leite para, a seguir, fornecê-los à bezerra, em balde. Nesse caso, é melhor que a bezerra obtenha esse leite mamando na vaca.

Finalmente, como o leite é um excelente meio para crescimento de agentes causadores de doenças, a utilização de baldes sujos resulta em diarreias, comprometendo seriamente o desenvolvimento das bezerras e aumentando os gastos com medicamentos.

Na prática, não existe um sistema único de aleitamento natural, pois o tipo, o tamanho e a produtividade do rebanho, a qualidade da mão de obra e capacidade de gerenciamento do produtor promovem diferenças no manejo dos animais.

Pode-se classificar os sistremas de aleitamento natural em dois grandes grupos: tradicional (com a bezerra mamando durante toda a lactação, ou a maior parte dela) e controlado (com a bezerra mamando por dois a três meses), com uma série de variações dentro de cada um deles.

No sistema de aleitamento natural tradicional, a bezerra deve permanecer com a vaca por período reduzido de tempo, independente do número de ordenhas, mas suficiente para mamar com tranquilidade.

Em quase todos os casos, o aleitamento é feito durante tida a lactação, não se utilizando alimentos suplementares, exceto o pasto. Nesse sistema tradicional, o consumo de pasto passa a ser importante a partir do quarto mês de idade, quando começa a declinar a produção de leite da vaca.

A taxa de crescimento da bezerra dependerá, em grande parte, da qualidade do pasto disponível. Poucos são os produtores, nesse sistema, que oferecem concentrado para as bezerras, resultando em maior ocorrência de doenças, menores ganhos de peso e idade mais avançada à primeira lactação.

Um sistema de aleitamento natural controlado, testado com sucesso, consiste em oferecer à bezerra uma teta, em rodízio, durante o primeiro mês de vida. Durante o segundo mês, a ordenha é feita nas quatro tetas, sem, contudo, esgotar o úbere (o ordenhador já conhece o potencial de produção da vaca), restando à bezerra mamar o leite residual. De qualquer forma, a bezerra deve ter à disposição, desde a segunda semana de idade, água e um bom concentrado inicial, para compensar a redução na ingestão de leite.

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Por Silvana Teixeira.

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