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Tecnologias reprodutivas em avanço na pecuária nacional

As principais tecnologias reprodutivas em avanço no país são a transferência de embriões, o desenvolvimento de hormônios reprodutivos, os testes de gravidez, os testes de sangue, os testes de leite e os testes genômicos

Tecnologias reprodutivas em avanço na pecuária nacional

Algumas tecnologias reprodutivas para rebanhos bovinos têm revolucionado a pecuária nacional. Essas ferramentas inovadoras permitem ao pecuarista o fácil e rápido acesso a informações importantes para tomadas de decisão mais assertivas, que otimizam a produção animal. As principais são a transferência de embriões, o desenvolvimento de hormônios reprodutivos, os testes de gravidez, os testes de sangue, os testes de leite e os testes genômicos.

Transferência de embriões


A transferência de embriões tem alcançado excelentes resultados na pecuária nacional, especialmente nos rebanhos menores. Quanto mais a tecnologia avança na produção de embriões, menores os custos do pecuarista e maior a fertilidade de touros e vacas. Quando associada aos testes genômicos, a transferência de embriões melhora os ganhos genéticos de forma surpreendente.

Além disso, a transferência de embriões aumenta o valor dos bezerros que não serão repostos no rebanho, o que é vantajoso quando se trata de animais rejeitados.

Desenvolvimento de hormônios reprodutivos


Grandes avanços têm ocorrido nas tecnologias voltadas para o desenvolvimento de hormônios reprodutivos, como o hormônio folículo estimulante recombinante (FSH) e o hormônio leutinizante recombinante (LH). Este último estimula a ovulação e substitui o GnRH. Já o FSH recombinante puro é usado para a superovulação.

Testes de gravidez, de sangue e de leite


Nos últimos anos, o uso dos testes de gravidez, dos testes de sangue ou dos testes de leite tem aumentado significativamente quando comparados à palpação. Mas ainda assim, essas tecnologias ainda não são utilizadas ao máximo. Atualmente, elas têm sido utilizadas apenas 30 dias após a fecundação. Seu uso tardio vem dos baixos níveis do interferon, marcador da gravidez produzido pelo feto.

Por isso, até o momento no mercado, não existe teste que meça esse marcador de gravidez fora do útero. Entretanto, a tecnologia vem avançando para que seja possível a detecção desses níveis mais baixos de interferon no sangue ou leite. Com isso, será possível a identificação de vacas prenhas 10 dias mais cedo.

Testes genômicos


A tendência para um futuro próximo é que os testes genômicos sejam usados amplamente na pecuária. Uma das vantagens dessa ferramenta tecnológica é melhorar o desempenho reprodutivo dos rebanhos de leite e de corte.

Embora ainda limitada, essa tecnologia tem incorporado mais e melhores dados reprodutivos para melhorar os ganhos genéticos referentes à reprodução. Além disso, com o aumento da utilização dos testes genômicos nos rebanhos, essa tecnologia será mais acessível.

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Fonte: tecnologianocampo.com.br

Por Andréa Oliveira

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