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Aditivos alimentares para bois confinados. Sim ou não? Por quê?

Sim. A adição de promotores de crescimento e de eficiência alimentar tem sido uma prática comum nos confinamentos, como elemento de grande importância na aceleração do ganho de peso

Aditivos alimentares para bois confinados. Sim ou não e por quê?   Artigos CPT

Vai confinar bois e quer saber se terá ou não de acrescentar os tão famosos aditivos na alimentação de seus animais? Fique então sabendo que sim, você terá. Sabe por quê? Simples: os aditivos alimentares, difundidos pelo mercado brasileiro e também mundial, possuem uma grande diversidade de substâncias já testadas e aprovadas, que regularizam e estabilizam a fermentação ruminal.

Segundo Gilmar Ferreira Prado, professor do Curso CPT Bovinos de Corte em Confinamento - Manejo e Gerenciamento, “Esses produtos são indispensáveis na formulação de dietas, para animais em confinamento, devido ao grande desafio da fermentação no rúmen dado que os animais modificam seus hábitos alimentares drasticamente, em relação à alimentação a pasto.”

A inclusão dessas substâncias nas rações, obviamente, aumentam o custo relativo da dieta, porém, ocorre um intenso incremento no desempenho dos animais, além de constituir excelente ferramenta para controle de problemas metabólicos. Porém, é comum encontrar produtores comparando preços de dois núcleos comerciais, porém, o mesmo produtor geralmente, não visualiza o benefício que o produto mais caro oferece e acaba comprando o produto mais barato. Nesse caso, ele estará susceptível a sérios problemas metabólicos que irão refletir no ganho de peso e até mesmo na viabilidade do animal no confinamento. É de fundamental importância, portanto, a orientação de um técnico experiente para definir a melhor e mais econômica forma de utilização dos aditivos.

Esses aditivos são considerados o “seguro” do confinamento, contra o empanzinamento, contra a possibilidade de desenvolver laminite ou até mesmo a acidose chamada subclínica (quando não temos nenhum sintoma aparente, porém, com forte influência no consumo e, consequentemente, no ganho de peso).

Gostou da matéria? Quer saber mais sobre o assunto? Assista ao vídeo abaixo:


 

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Por Silvana Teixeira.

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