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Razões para usar irrigação conjugada no cultivo de tomates

No cultivo de tomates, a irrigação conjugada (aspersão + gotejamento) é a mais indicada para maximizar a produção

Razões para usar irrigação conjugada no cultivo de tomates

No cultivo de tomates para indústria, os sistemas de irrigação mais utilizados são por aspersão e gotejamento. Quando conjugados e bem projetados, os tomateiros recebem água, na medida certa, sem excesso nem déficit hídrico. Com isso, a plantação de tomates se torna produtiva e lucrativa ao tomaticultor”, esclarece Marcos Tadeu de Moraes Sala Sansão, professor do Curso CPT Produção de Tomate para Indústria.

Quando não há gerenciamento na irrigação, os tomateiros podem não receber água suficiente (déficit hídrico) ou receber água em demasia (problemas fitossanitários). Por isso, a importância da irrigação conjugada no cultivo de tomates. Além de evitar impactos negativos devido a alterações climáticas, a adoção de sistemas em conjunto aumenta a eficiência da irrigação, bem como reduz os custos de produção (economia de água e energia).

Irrigação e condições climáticas


Entretanto, antes da implantação da irrigação conjugada, as condições climáticas da região devem ser consideradas, como temperatura (baixa ou alta), índice pluviométrico (chuvas volumosas ou escassas), umidade relativa do ar (baixa ou elevada), ou mesmo eventuais orvalhos. Todos são fatores determinantes para o sucesso do sistema de irrigação na lavoura de tomates. Caso contrário, problemas fitossanitários podem surgir, como doenças fúngicas.

No sistema de irrigação por aspersão, por exemplo, toda a planta é irrigada e permanece por longo tempo molhada. Se a umidade relativa do ar e a temperatura estivem elevadas, podem surgir, no tomateiro, fungos causadores de doenças. Já o sistema de irrigação por gotejamento formam áreas de saturação no solo, o que cria uma ambiente propício ao desenvolvimento de microrganismos patógenos.

Sendo assim, o tomaticultor, junto ao engenheiro agrônomo, devem estudar quais sistemas são os mais adequados à região onde os tomates são cultivados. Regiões com elevada umidade relativa do ar podem não ser favoráveis à irrigação por aspersão, mas podem ser propícias à irrigação por gotejamento. Já em regiões com ocorrência de orvalho, a irrigação por aspersão pode trazer bons resultados à produtividade dos tomateiros.

Algumas regiões têm episódios de orvalho, pela manhã; temperaturas elevadas, ao longo do dia; e alta umidade relativa do ar à noite. Nesse caso, a melhor forma de enfrentar essas mudanças bruscas no clima é com a implantação do sistema de irrigação conjugado. Entretanto, ele deve ser bem gerenciado para fornecer à cultura de tomates a quantia correta de água no momento certo.

Vale lembrar que o déficit de água também é prejudicial à plantação de tomates, pois pode comprometer a formação de sólidos solúveis (grau Brix) nos frutos, tão importantes ao rendimento da polpa do tomate industrial.

Doenças fúngicas por acúmulo de água


Assim que as mudas de tomate são transplantadas, a irrigação deve ser frequente até o pegamento das plantas. Em contrapartida, se o solo apresentar compactação, a água pode acumular e favorecer o surgimento de fungos, como o Fusarium sp.. Como consequência, as mudas são infectadas e não conseguem se desenvolver, o que causa sérios prejuízos ao produtor de tomates.

Já nas fases de florescimento e enchimento do tomateiro, um dos fungos mais agressivos à cultura é o Sclerotinia sclerotiorum. Sendo assim, torna-se vital a boa gestão da irrigação para evitar perdas significativas na lavoura de tomates por excesso de água.

Por que usar o sistema de irrigação conjugado?


Para evitar doenças fúngicas em tomateiros, ou mesmo problemas na formação de sólidos solúveis nos frutos, a recomendação de especialistas é instalar sistemas diferentes na lavoura de tomates. Os mais indicados são o sistema por aspersão (irriga o tomateiro) e o sistema por gotejamento (irriga somente o solo). Dessa forma, o tomaticultor maximiza a produção de tomates em quantidade e qualidade.

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Fontes: Embrapa - embrapa.br
              Irrigação Net - irrigacao.net

Por Andréa Oliveira.

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