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Produção de milho: inoculação com Azospirillum brasilense

Na produção de milho, a inoculação com Azospirillum brasilense melhora a fixação do nitrogênio palas raízes da planta

Produção de milho: inoculação com Azospirillum brasilense

Na produção de milho, a tecnologia tem contribuído com o aumento da produtividade da lavoura e melhora da qualidade dos grãos. As inoculações na cultura do milho com bactérias, como a Azospirillum brasilense, favorecem a fixação do nitrogênio (N), sem a necessidade de se proceder à adubação mineral. Tudo graças ao grande potencial da bactéria em transformar o nitrogênio da atmosfera em nitrogênio assimilável.

Reserva de energia celular


Geralmente, no metabolismo do milho (e no de outras plantas), ocorre gasto de energia para a conversão de nitrato (NO3–) em amoníaco (NH30). Quando a bactéria Azospirillum é inoculada nas raízes do milho, a planta cresce sem a necessidade de altos gastos de energia. Com isso, é possível direcionar essa reserva de energia celular a outros mecanismos metabólicos fundamentais para o bom desenvolvimento vegetal.

Vantagens da inoculação


Dentre as vantagens da inoculação do milho com Azospirillum, temos: a facilidade de fixação biológica de nitrogênio (FBN) pela planta e, consequentemente, o agrupamento de nutrientes indispensáveis ao desenvolvimento vigoroso do milho. Sem falar do aumento relativo da massa seca e da produtividade da cultura (rendimento de grãos de 25%). Há cultivares com rendimento de até 30%.

Além dessas vantagens, a tecnologia estimula o crescimento do milho devido à fácil assimilação do nitrogênio pelas raízes e ao controle natural dos agentes patogênicos existentes no solo. Entretanto, o produtor de milho deve manter a fertilidade do solo e corrigir a acidez com a técnica de calagem. Por meio dela, o pH do solo aumenta com consequente neutralização do alumínio.

Outros fatores a considerar


Para que a bactéria Azospirillum brasilense mostre alta eficiência, o agricultor deve seguir outras boas práticas de manejo, como rotação do milho com feijão por exemplo. Ou ainda o “plantio direto, no qual a cobertura de matéria orgânica (palhada) retém a umidade no solo, reduz a sua temperatura e melhora a sua estrutura”, explica Afonso Peche Filho, professor do Curso CPT Plantio Direto.

Além disso, a Azospirillum deve ser adquirida de fornecedores credenciados, que garantam a sua qualidade. Isso é determinante para que a bactéria consiga colonizar as sementes germinadas, independentemente de existirem outros microrganismos no solo próximos ao sistema radicular do milho. Sem falar da capacidade de locomoção, no sentido das raízes, para iniciar a simbiose.

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Fontes: Rehagro Blog - rehagro.com.br

Por Andréa Oliveira.

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