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Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS), tradição em cultivares de milho e sorgo

O CNPMS possui laboratórios de última tecnologia, voltados para a área de Solos e Nutrição de Plantas

 

 A área de ocupação da Embrapa Milho e Sorgo abrange 1.932,80 ha

Em 1976, nascia a Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS), usando as antigas instalações do Instituto de Pesquisa e Experimentação Agropecuária do Centro-Oeste (IPEACO). Sua unidade de pesquisas localiza-se no km 65 da Rodovia MG 424, que liga Belo Horizonte a Sete Lagoas. Quanto à sua área de ocupação, esta abrange 1.932,80 ha.

Na sede do Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo, podemos encontrar inúmeros escritórios, residências e laboratórios. Existem também muitos galpões, funcionando como garagem, oficinas, depósitos, abrigos de bombas de irrigação, microdestilaria, entre outros.

O território possui solos bastante férteis, ricos em nutrientes. Cada um com suas características específicas, como os latossolos – vermelho-escuro (haplustox) e vermelho-amarelo (acrustox), ocorrendo ainda, em menor escala, cambissolos, aluviais e hidromórficos. Já a sua região possui clima de savana, com inverno seco.

O Centro possui laboratórios de última tecnologia, voltados para a área de Solos e Nutrição de Plantas, Fisiologia Vegetal, Biologia Molecular, Cultura de Tecidos, Entomologia, Fitopatologia, Análise de Sementes, Microbiologia e Agrometeorologia. Além disso, conta ainda com um centro de processamento de dados, uma pequena gráfica e um ilha de edição de vídeo.

A Embrapa Milho e Sorgo tem larga tradição no desenvolvimento de cultivares, com lançamento das primeiras cultivares de milho em 1977, de sorgo em 1980 e uma cultivar de milheto em 1998. Até 2007, foram apresentados ao mercado 68 cultivares de milho (entre variedades e híbridos duplos, triplos e simples), 42 cultivares de sorgo (entre variedades e híbridos graníferos, forrageiros e sacarinos) e uma variedade de milheto; totalizando 111 cultivares lançados.

Núcleo de recursos genéticos e desenvolvimento de cultivares (NRGC)

Cabe ao NRGC promover pesquisas para o desenvolvimento de cultivares superiores de milho, de sorgo e de milheto. Tudo para atender às exigências do mercado nacional, tanto do setor industrial como do setor sementeiro. Para que haja êxito, o núcleo agrega as áreas de Conservação e Valoração de Germoplasma e de Melhoramento. Estas são estratégicas para o desenvolvimento de cultivares modernos e superiores, compreendendo os Bancos Ativos de Germoplasma (BAGs), os programas de Melhoramento de Milho, Sorgo e Milheto. Da mesma forma, são realizadas atividades de pré-melhoramento para caracterização e identificação de genótipos superiores, em relação a caracterizações moleculares e de valores especiais e características agronômicas importantes, como o potencial produtivo, resistência ao quebramento e ao acamamento e resistência ou tolerância a estresses bióticos e abióticos.

Núcleo de desenvolvimento de sistemas de produção (NDSP)

No Brasil, as cadeias produtivas são constantemente pressionadas para que se tenha produtos de menor custo e de melhor qualidade, com máxima preservação ambiental. Daí a necessidade de todo o processo de pesquisa envolver os potenciais usuários e beneficiários – produtores, agentes de assistência técnica e extensão rural e demais segmentos do negócio agrícola – na identificação de problemas e demandas, planejamento, execução e avaliação conjunta, com presença efetiva de produtores e técnicos, em diferentes etapas do processo. Por isso, o principal objetivo do NDSP é assegurar maior adequação das tecnologias geradas pela pesquisa às circunstâncias que determinam a tomada de decisões dos produtores em aceitar ou rejeitar as ofertas tecnológicas preconizadas. Dessa forma, esse desenvolvimento passa a ser visto como componente essencial, devendo levar em conta o ambiente e as necessidades do público nele inserido, por meio de uma ótica de âmbito ecorregional e da inserção dos sistemas de produção e cadeias produtivas.

Núcleo de pesquisa em fitossanidade (NFIT)

Os esforços desenvolvidos pela equipe do Núcleo de Pesquisa em Fitossanidade da Embrapa Milho e Sorgo visam à redução das perdas causadas por insetos-praga, doenças, plantas daninhas e nematoides. São observados aspectos como a produtividade das plantas e a qualidade dos produtos, priorizando a redução do impacto ambiental, causado pelos métodos de controle, e a produção de alimentos seguros. O manejo adequado de pragas no agroecossistema constitui em um dos principais componentes das boas práticas agrícolas, com implicações diretas, tanto no mercado nacional como no internacional, podendo até serem utilizadas como barreiras alfandegárias. Os resultados até então gerados pela equipe têm contribuído de forma decisiva na melhoria do manejo fitossanitário, tanto na cultura do milho, como na do sorgo.

Núcleo de biologia aplicada (NBA)

O NBA trabalha em parceria com as universidades UFLA, UFV, UFU, UFMG, ESALQ e UFRJ e vem promovendo pesquisas na área da biologia avançada, esta aplicada na identificação e desenvolvimento de marcadores moleculares para a seleção assistida e para a identificação de genes de interesse econômico em milho e sorgo. Da mesma forma, vem utilizando meios modernos para auxílio aos programas de melhoramento, como o estabelecimento de protocolos para a obtenção de linhagens duplo-haploides em genótipos tropicais de milho. Quanto à tecnologia dos transgênicos, o Núcleo vem trabalhando em duas frentes: na geração de eventos transgênicos em linhagens-elite de milho da Embrapa e na introgressão de transgenes via seleção assistida por marcadores, com ênfase nas características de resistência a insetos-praga e tolerância a herbicidas.

Núcleo de água, solo e sustentabilidade ambiental (NSAM)

O NSAM vem se preocupando com o equilíbrio entre a utilização e a preservação dos recursos naturais, de forma a garantir a sustentabilidade da atividade agrícola, tanto no aspecto ambiental, quanto no aspecto socioeconômico. Assim, vem desenvolvendo novas tecnologias voltadas à  análise da capacidade de suporte ambiental, como solo, biodiversidade, água e clima, em relação às demandas das culturas.

Alguns problemas que demandarão ações desse núcleo:

(1) a escassez e a degradação da qualidade das águas em função do uso inadequado, demandando o estabelecimento de estratégias de manejo que propiciem o uso mais racional e a manutenção da qualidade deste insumo;
(2) o despejo de dejetos e efluentes de processos de beneficiamento de produtos agrícolas nos corpos de água, requerendo tecnologias para o tratamento e a disposição adequada destes via compostagem e reaproveitamento de águas residuárias na irrigação;
(3) a degradação dos solos, em decorrência do uso de sistemas de cultivo inadequados, exigindo o desenvolvimento de técnicas de recuperação que envolvam o uso de práticas conservacionistas, como as bacias de contenção de água (barraginhas), de processos integrados de exploração, como integração lavoura-pecuária e silvo-agropastoril e de elevação do teor da matéria orgânica, mediante o uso de leguminosas;
(4) a utilização de áreas marginais para o cultivo de grãos, como consequência da pressão exercida pelas culturas energéticas, irá demandar tecnologias apropriadas para cultivos em áreas sujeitas à estresses múltiplos, como baixa fertilidade do solo e déficit hídrico;
(5) o efeito das mudanças climáticas, especialmente o aumento da temperatura e o maior risco de deficiência hídrica, no comportamento das culturas e na dinâmica da biodiversidade, deverá exigir pesquisas para adaptação de cultivares, novos zoneamentos de risco e definição de bioindicadores apropriados.

O CPT – Centro de Produções Técnicas, planeja e elabora cursos voltados para a cultura do milho, mantendo um sistema competente de suporte e estabelecendo um conjunto de ações que mantêm a empresa em crescimento constante.

Por Andréa Oliveira

 

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