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3 formas de controle da traça-do-tomateiro

A traça do tomateiro (Tuta absoluta) forma minas nas folhas, das quais se alimenta

3 formas de controle da traça-do-tomateiro

O tomateiro é uma das culturas que mais sofre com doenças e pragas. Uma delas é a traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), que pode acometer a plantação de tomates ao longo do ano, principalmente no período de estiagem. Na fase larval, a praga forma minas nas folhas, das quais se alimenta. Com o avanço do ataque, todas as folhas do tomateiro são destruídas, o que impacta na fotossíntese da planta e torna os frutos impróprios para comercialização.

As mariposas são a fase adulta da praga e vivem cerca de sete dias. Elas ovopositam nos frutos, nas flores, nas folhas e nas hastes do tomateiro. “Após cinco dias da postura, eclodem as larvas, que penetram em várias partes do tomateiro, como se fossem traças em tecidos, daí o nome traça-do-tomateiro”, explica Marcos Tadeu de Moraes Sala Sansão, professor do Curso CPT Produção de Tomate para Indústria.

Controle cultural


No controle cultural, o produtor de tomates destrói os restos culturais infestados pela praga, o que interrompe o seu ciclo biológico. Este é um dos mais eficientes métodos de controle da traça-do-tomateiro, sem o uso de agroquímicos.

Controle biológico


O controle biológico ocorre por meio dos inimigos naturais da traça-do-tomateiro. Muito comum no manejo integrado de pragas, ele visa exterminar a praga de forma natural. Dentre os principais, temos as aranhas, as formigas, os percevejos e as vespas. Outro inimigo natural da praga é o Trichogramma pretiosum, capaz de exterminar cerca de 60% dos ovos da traça-do-tomateiro. Com isso, os danos nos frutos e a população da praga são significativamente reduzidos.

Outro poderoso predador da traça-do-tomateiro é a Chrysoperla externa, que extermina tanto os ovos como as larvas. Entretanto, para maximizar a ação dos inimigos naturais da traça-do-tomateiro, o uso de inseticidas associados ao controle biológico não é recomendado, pois pode exterminar os próprios predadores da praga.

Controle químico


O controle químico desenvolvido com a consultoria e o acompanhamento de um engenheiro agrônomo é um dos métodos mais utilizados para combater a traça-do-tomateiro. Para melhores resultados, as pulverizações devem começar, o quanto antes, assim que a praga for detectada na lavoura de tomates. Os melhores agroquímicos do mercado conseguem controlar em torno de 95% da população da praga.

Como o uso constante de inseticidas do mesmo grupo químico aumenta a resistência da praga, o mais recomendado alternar os inseticidas. Nele, cada inseticida com grupo químico diferente deve ser utilizado por 28 dias. Os inseticidas fosforados devem ser utilizados em período de menor atividade das mariposas (fase adulta da praga). Assim, se houver resistência, ocorrerá apenas em um estágio de vida da praga.

Conheça os Cursos CPT da Área Agricultura:

Produção de Tomate para Indústria

Projeto de Irrigação Localizada

Aplicação Econômica de Adubos

Fonte: Embrapa

Por Andréa Oliveira

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