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Principais doenças viróticas, bacterianas e fúngicas da alface

Dois dos vírus mais comuns na cultura de alface são o Potyvirus e o Tospovírus (vira-cabeça)

Principais doenças viróticas, bacterianas e fúngicas da alface

“A alface, chamada cientificamente de Lactuca sativa, é uma planta anual, de ciclo curto, com folhas dispostas ao redor do caule, que formam uma roseta. Essas folhas podem ser verdes, ou até mesmo verde-arroxeadas, e podem ser lisas, crespas ou recortadas conforme a variedade de alface”, explicam Liliane De Diana Teixeira, Valdir Atsushi Yuki e Octavio Nakano, professores do Curso CPT Hidroponia - Controle de Pragas e Doenças da Alface.

Independentemente do tipo de alface, algumas doenças viróticas, bacterianas e fúngicas podem acometer essa hortaliça. Vejamos abaixo com mais detalhes:

Doenças viróticas


Dois dos vírus mais comuns na cultura de alface são o Potyvirus e o Tospovirus (vira-cabeça). Quando acometem o cultivo de alface, são difíceis de serem controlados já que seus transmissores persistem o ano todo, como o tripes. As doenças viróticas causadas por esses agentes patógenos comprometem a qualidade das folhas de alface, o que torna a hortaliça imprópria para a comercialização.

Quando em condições ambientais favoráveis ao seu desenvolvimento e sem controle preventivo adequado, toda a plantação de alface se perde, o que causa sérios prejuízos ao horticultor. Até mesmo em cultivos de alface hidropônica, já foram encontrados esses vírus, o que exige um maior controle fitossanitário das hortaliças.

Doenças bacterianas


As principais doenças bacterianas, que são um verdadeiro pesadelo dos horticultores, são a podridão bacteriana e a mancha bacteriana. Esta última causa lesões aquosas em especial nas folhas mais velhas da alface. Com o avanço da doença, surgem manchas marrons (assimétricas) com as bordas mais claras. O alvo do ataque das bactérias é a cabeça da alface, que logo se espalha por todo o pé.

Os sintomas da doença não são facilmente detectados. É preciso retirar as folhas da alface para encontrar os sinais. Quando em condições favoráveis de desenvolvimento, como umidade do ar elevada, as bactérias se multiplicam rapidamente. A disseminação da doença também pode ser causada pelo tripes.

Doenças fúngicas


Mesmo protegidas nas estufas, as alfaces podem ser acometidas por doenças fúngicas. Bastam temperatura e umidade relativa do ar elevadas para surgirem doenças, como míldio e murcha-de-fusário. O pior de tudo é que, em ambiente protegido, as doenças podem se alastrar ainda mais rapidamente em comparação a cultivos a céu aberto. Por esse motivo, a temperatura, a umidade, a irrigação e a ventilação da estufa devem ser cuidadosamente controladas.

Dessa forma, o manejo de doenças fúngicas torna-se mais eficiente, pois impede-se a proliferação dos esporos na cultura. Com isso, as alfaces se veem livres de agentes patógenos, como Rhizoctonia, Pythium, Rhizoctonia, Fusarium, entre outros. Com o controle adequado, a produção de alfaces aumenta significativamente, o que proporciona lucro certo ao horticultor.

Conheça os Cursos CPT da Área Hidroponia:

Hidroponia - Controle de Pragas e Doenças da Alface

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Fonte: Ruk Zwaan

Por Andréa Oliveira

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