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Cana-de-açúcar - Plantas Daninhas

Cana-de-açúcar - Plantas Daninhas

 

As plantas daninhas habitam espontaneamente áreas de cultivo sem produção de alimentos ou fibras. Seu alto grau de interferência no desenvolvimento das plantas vizinhas e a concorrência por recursos naturais (água, luz e nutrientes do solo) fazem das plantas daninhas a grande vilã das lavouras.

Os ambientes ideais para o desenvolvimento das principais culturas agrícolas são também propícios para as plantas daninhas, que se adaptam facilmente aos ambientes que apresentam estresse hídrico, alta umidade, temperatura e fertilidade desfavoráveis, elevada salinidade e excessiva acidez ou alcalinidade.

A alta resistência às adversidades externas é o principal fator para a propagação dessas plantas, que causam: redução da produção agrícola; manifestação de alergia e intoxicação do homem e de animais; infestação de áreas não agrícolas; infestação de canais de irrigação e danos a implementos agrícolas.

Controle

As plantas daninhas podem ser eliminadas por três grandes grupos de controle: mecânico, químico e cultural. Estes controles apresentam vantagens e limitações e demandam o uso simultâneo de, no mínimo, duas práticas complementares.

- Controle mecânico: Pode ser realizado manualmente, com a utilização de tração animal, ou através de tratores para o preparo do solo. Essa prática requer muito cuidado na escolha do implemento a ser utilizado, o qual deverá ser adequado ao tipo de cultivo e às plantas daninhas que deverão ser retiradas. A enxada é uma boa opção para o controle de plantas daninhas após o plantio da cultura, sendo utilizada, principalmente, em pequenas áreas. Durante o uso da ferramenta, deve-se ficar atento à profundidade da capina, que deve ser superficial para não atingir as raízes das plantas.

- Controle químico: O controle químico é realizado com o uso de herbicidas que, aplicados em doses corretas, matam ou retardam o crescimento das plantas daninhas. As vantagens do controle químico são a economia de mão de obra e a rapidez da aplicação dos herbicidas.

Para que o resultado seja satisfatório, além de utilizar o herbicida mais apropriado às plantas daninhas, antes da aplicação, o produtor deve se preocupar com outros detalhes, como: regular corretamente o aparelho de pulverização; não aplicar herbicidas pós-emergentes imediatamente após muita chuva; não aplicar herbicidas com ventos acima de oito quilômetros por hora nem mesmo com o uso de bicos específicos para a redução da deriva; aplicar o herbicida em ambiente com umidade relativa superior a 60%; não aplicar quando as plantas daninhas estiverem sob estresse hídrico e escolher o bico recomendado pelo fabricante do produto a ser aplicado.

Desde a década de 1920, os produtores rurais utilizam os herbicidas. O seu uso em larga escala selecionou plantas daninhas mais resistentes, o que demandou a formulação de novos compostos químicos. Em função disso, surgiram diversos impactos ambientais. O modo de manuseio e o descarte das embalagens dos herbicidas também causam preocupação aos ambientalistas. Algumas precauções devem ser tomadas durante a aplicação do produto, como:

- Utilizar herbicidas devidamente registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e cadastrados na Secretaria de Agricultura do Estado. O número do registro deve constar no rótulo do produto;

- Usar equipamento de proteção individual (EPI) em todas etapas de manuseio do herbicida

- Abastecimento do pulverizador, aplicação e lavagem de equipamentos e embalagens;

- Não misturar herbicidas nos tanques. Esse procedimento é proibido por lei (Instrução Normativa do Mapa nº 47, de 07/2002). Somente é permitida a utilização de misturas formuladas;

- A aplicação de herbicidas de pós-emergência requer o cumprimento do período de carência do produto;

- O rótulo e a bula devem ser lidos com bastante atenção. As orientações para descarte das embalagens devem ser observadas;

- Após a tríplice lavagem das embalagens de produtos líquidos, deve-se entregá-las no posto de recebimento indicado na nota fiscal de compra em até um ano após a compra do produto, conforme prevê legislação do Mapa (Lei 9.974/2000 e Decreto 4.074/2002).

Os gastos com defensivos agrícolas são estimados em 8% do custo total da produção.

Controle cultural

Realizado corretamente, o controle cultural possibilita o desenvolvimento vigoroso da cana, que passa a competir de igual para igual com as plantas daninhas. Esse procedimento evita o uso indiscriminado de agrotóxicos e preserva o meio ambiente.

As formas mais importantes de controle das plantas daninhas são: preparo adequado do solo antes do plantio; utilização de variedades adaptadas às condições locais e resistentes às plantas daninhas; correta densidade de plantio para evitar a formação de um ambiente propício às plantas invasoras e rotação de culturas para dificultar a seleção de espécies.

Confira todo o conteúdo sobre Cana-de-Açúcar, acessando o link abaixo:
 
Cana-de-açúcar

Fontes: Embrapa, Wikipédia e UFPB, Ebah

Postado por Silvana Teixeira

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