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Fertilização natural em tomate orgânico

A demanda pelo tomate orgânico tem crescido bastante por causa da preocupação com a contaminação por fertilizantes. Mas, o cultivo do fruto por meio de técnicas tradicionais ainda é grande. Só o Rio de Janeiro produz mais de 75 mil toneladas de tomate, de acordo com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão rural do Estado (Emater-Rio). Esta quantidade movimenta mais de R$ 73 milhões apenas no Ceasa do Rio.

Safra da uva de 2012 é uma das melhores dos últimos 50 anos

De acordo com projeções do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a safra de uva no Rio Grande do Sul deve chegar a 700 mil toneladas. O estado é responsável por 90% da produção de vinhos e 55% do cultivo de uvas no Brasil. Este resultado é o terceiro melhor dos últimos 50 anos. A maior safra até agora ocorreu no ano passado, quando foram colhidas 707,2 mil toneladas.

Hotelaria no Rio de janeiro terá condições de atender os turistas na Copa de 2014

De acordo com Alfredo Lopes, Presidente da ABIH/RJ, Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado do Rio de Janeiro, a capital fluminense disponibilizará 15 mil novos quartos para atender os visitantes que virão ao Brasil, para a Copa de 2014. Com isto, a oferta de acomodações na "Cidade Maravilhosa" será suficiente para atender aos turistas que também virão ao país em 2016, participar das Olimpíadas.

Plantar tomate depende da temperatura, luminosidade e estação chuvosa

O tomateiro se desenvolve bem em regiões de clima temperado, tropical de altitude e subtropical. Por isso, sua produção é realizada em diversas regiões do mundo. A temperatura média no período de cultivo deve ser de 21ºC, no entanto, a planta tolera uma faixa de 10 a 34ºC. Se a temperatura noturna for baixa, ao redor de 14ºC, pode ocorrer uma boa produção, mesmo se a diurna for alta. Isso possibilita o plantio em regiões semi áridas, com a vantagem de reduzir a necessidade de controle preventivo de doenças.

Expointer apresenta novidades do setor agropecuário

A Expointer é uma das maiores exposições agropecuárias do mundo, apresentando aos produtores rurais as inovações e tecnologias para o setor. A 35ª edição começou no último sábado, dia 25 de agosto e vai até o próximo domingo, dia 2 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, no município de Esteio, no Rio Grande do Sul.

Fruticultura é o foco de congresso no RS

A cidade de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, recebe entre os dias 22 e 26 de outubro o XXII Congresso Brasileiro de Fruticultura (CBF), principal evento do setor no país. A expectativa é de que mais de mil e seiscentos participantes, entre técnicos, estudantes, pesquisadores, produtores e empresários, participem do congresso.

Cultivo de tomate em estufa

O cultivo de tomate em estufas é uma atividade relativamente nova no Brasil, mas encontra-se em franca expansão, sobretudo nos Estados do Sudeste e Sul. Este modo de produção necessita de cultivares bem adaptadas e que proporcionem o máximo rendimento de produtos de elevado padrão de qualidade. Embora o número de cultivares ainda seja limitada, o tomate, ao lado do pimentão, é a espécie que tem mostrado crescimento mais consistente e uma das alternativas mais rentáveis do setor.

Campanha Gaúcha receberá selo de qualidade em vinhos

Em breve, nosso país será agraciado com o selo de qualidade em vinhos finos, graças ao estado do Rio Grande do Sul, segundo principal produtor brasileiro, com 31% da produção; o primeiro polo nacional é a Serra Gaúcha, com 59%

Silvicultura - uma grande promessa brasileira

Entre janeiro e novembro de 2015, o setor de Silvicultura no Brasil apresentou um saldo acumulado na balança comercial de US$ 5,3 bilhões e as culturas mais exploradas em termos de área plantada, nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Bahia, são eucalipto e pinus.

Hotéis no Rio Grande do Sul fecham contrato com a Fifa para a Copa de 2014

A Copa do Mundo de futebol na África do Sul mal acabou, e os brasileiros já estão preparando os diversos campos para toda a movimentação turística, financeira e mercadológica que a Copa de 2014 irá trazer para o país. O evento injetará cerca de R$ 184 bilhões, e esse valor não irá ficar concentrado somente nas capitais que sediarão os jogos, mas também nas subsedes,

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