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Criação de rãs - você sabe escolher os reprodutores para o acasalamento?

Havendo necessidade de desovas, o ranicultor irá transferir os reprodutores da baia de mantença para as baias de acasalamento. A escolha dos reprodutores que serão transferidos irá depender do grau de profissionalismo e do porte do ranário, ou seja: a existência de um profissional especializado para realizar o trabalho de um geneticista, somente se torna viável em uma empresa ou ranário de grande porte. Porém, nada impede o pequeno ranicultor de manter um controle da procedência e linhagem dos reprodutores de seu ranário. Neste sentido, cada reprodutor deve estar numerado ou identificado por código de marcação (corte de dedos e ou artelho), possibilitando saber qual animal deve (ou pode) acasalar-se com quem, para evitar os problemas de consanguinidade.

Criação de rãs - você sabe induzir o acasalamento das rãs reprodutoras em cativeiro?

O simples fato de transferir os reprodutores da baia de mantença, para outro local onde encontram condições favoráveis ao acasalamento, já estimula a ocorrência da reprodução e, em consequência, a obtenção das desovas. No entanto, quando o ranicultor tem urgência de obter as desovas, a indução hormonal pode ampliar as possibilidades do acasalamento. Para isto, utiliza-se a aplicação de hormônio GnRH, de uso veterinário para pequenos animais (10 ug para cada fêmea), e metade da dose para os machos. No entanto, esse procedimento somente terá sucesso se os reprodutores estiverem aptos para a reprodução. Caso seja confirmada essa condição, o ranicultor deverá proceder da seguinte maneira:

Criação de rãs - como fazer a fertilização artificial em ranários

Quando o ranicultor necessitar do cruzamento ou acasalamento de um determinado casal, e ele não puder depender do acasalamento natural, mesmo que os induzindo com hormônio, será, então, necessário promover a fertilização artificial dos gametas. O processo deverá ser feito da seguinte maneira:

Curió e bicudo: acasalamento em criatório

De acordo com Fábio Hosken, professor do Curso a Distância CPT Criação Comercial de Curiós e Bicudos, em Livro+DVD e Curso Online, "Em época de acasalamento do curió há grande atividade no criatório, e a atenção do criador deverá ser redobrada. O ninho deverá estar sempre à disposição da fêmea. É feito com uma armação de arame, na qual é encaixado um revestimento de fibra vegetal". Normalmente, faz-se um isolamento visual do ninho, com uma placa de cortiça, por exemplo, na parte externa da gaiola.

Pavões: cuidados em sua criação

O pavão é uma ave dos gêneros Pavo e Afropavo. A alimentação é a base de insetos, invertebrados pequenos, sementes, folhas, flores, entre outros. A característica mais marcante é a cauda, exibida no curioso ritual de acasalamento. A cauda é colorida, podendo chegar a dois metros de comprimento, abrindo-se como um leque e sendo um exemplo de seleção sexual.

Criação do bicho-da-seda - acasalamento, eclosão, alimentação, ecdise e limpeza da cama

A criação do bicho-da-seda inicia-se com a chegada da primavera, quando as brotações da amoreira já estão completas. Esta etapa vai até o mês de abril nas regiões mais frias e maio ou junho em regiões mais quentes. Todo programa de criação é limitado pela área de cultivo da Amoreira, pela mão de obra e pelos recursos financeiros. A elaboração de um programa, então, começa com a determinação de quantidade do bicho-da-seda a se criar, lembrando-se de que a presença de um técnico é muito importante.

Criação de rãs - como escolher corretamente os reprodutores

Entre os animais candidatos ao acasalamento, o ranicultor deverá selecionar os reprodutores que apresentam as características de maior aptidão sexual. No caso dos machos, ele deverá observar a constante vocalização (emissão de sons ou canto), o comportamento agressivo para manter seu território, a forte compressão dos braços quando estimulados (amplexo), além da proeminência dos seus acúleos nupciais (esponjas nos dedos), e da região gular (papo).

Criação de caprinos de corte - dicas de manejo na reprodução

A reprodução é uma fase que requer grande atenção, pois é a partir dela que os produtos da caprinocultura, cabritos e cabritas, são obtidos, seja para a produção de carne, seja para a incorporação no rebanho. Um bom manejo reprodutivo, com acasalamentos bem direcionados, pode proporcionar um rápido crescimento para o rebanho caprino, com a constante entrada de novos e melhores animais. Além disso, a reprodução é um fator limitante de grande importância na eficiência da produção de qualquer criação.

Reprodução de cavalos: comportamento da égua e regras de higiene da monta

Nos mamíferos, com exceção dos primatas, a fêmea só aceita o acasalamento no período do cio ou estro. Essa fase do ciclo dura, em média, sete dias, variando o período no decorrer da estação de monta, sendo mais longo no início da primavera, diminuindo nos meses de dezembro e janeiro. A maioria das éguas para de ciclar durante as estações de outono-inverno, quando a luminosidade diária diminui. Esse período é chamado de Anestro estacional. Os ovários se tornam inativos, uma vez que lhes faltam os estímulos oriundos da hipófise.

Larvicultura do camarão - como ocorre o acasalamento dos camarões

Podemos iniciar a larvicultura do camarão com lotes de reprodutores ou diretamente com fêmeas ovadas. Quando já se dispõe de um plantel de camarões adultos, é possível e importante realizar uma seleção rigorosa dos reprodutores escolhendo os camarões que produzem maior número de ovos e as larvas que apresentam maior número de carne e maior precocidade. A maioria dos carcinicultores usam algumas fêmeas de camarão ovadas, escolhidas nos viveiros de engorda. Embora mais prático, esse método impede o aumento da produtividade por meio da melhoria do plantel.

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