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Doces de fruta em barra - o aproveitamento das frutas agrega valor à produção

O aproveitamento das frutas produzidas na propriedade para fabricação de doces de fruta em barra, tais como goiabada, bananada e outros, é uma atividade muito importante, principalmente, para o pequeno produtor rural, porque agrega valor à sua produção e aumenta a sua renda. É interessante, também, como aproveitamento das frutas de final de safra, ou aquelas que não dão classificação adequada para o mercado de frutas in natura. Além disso, possibilita o aproveitamento das partes das frutas que não são utilizadas no processamento de compotas, geleias e doces cristalizados.

A fabricação de doces em calda e compotas aumenta a renda familiar no Brasil

O Brasil, País de enorme extensão territorial, possui todos os fatores desejáveis à produção de frutas. De norte a sul, listam-se inúmeras variedades produzidas para atender ao consumo interno, externo e, também, para a industrialização. No entanto, tamanha demanda acarreta também em prejuízos, já que muitas das frutas, de alguma maneira, acabam se estragando, seja na colheita, no transporte ou até mesmo durante a comercialização. Apesar dos danos físicos sofridos, muitas vezes as frutas não perdem suas propriedades, tornando o descarte uma ação impensada. Essas frutas podem e devem ser reaproveitadas e, quando feitas de forma correta, geram renda extra às famílias. Uma boa forma de fazer do descarte de frutas um lucro real é com a fabricação de doces em calda e compotas.

Doces de fruta em barra - fases do processamento

A seleção das frutas é muito importante, para se conseguir um produto final de boa qualidade. Deve-se usar somente frutas sadias. Em alguns tipos de fruta, é possível eliminar partes estragadas, aproveitando-se somente as partes sadias, como no caso da goiaba. Frutas muito maduras ou muito verdes alteram o paladar do doce, prejudicando sua aceitação. No entanto, é importante utilizar uma parte de frutas de vez, que são mais ricas em pectina, além das frutas maduras, para melhorar o corte do doce.

Produção de palmito de Pupunha - cuidados antes do plantio, plantio e adubação

A Pupunha é uma palmeira nativa da região Amazônica, que produz frutos ou palmito, desde as épocas pré-colombianas. É uma palmeira de clima tropical, de rápido crescimento, que pode atingir mais de 20 metros de altura em poucos anos. Por essa razão, é usada também como uma palmeira ornamental. Nos últimos anos, a importância dessa palmeira cresceu consideravelmente, no Brasil, por ser uma excelente alternativa de cultivo para a agricultura. O consumo dos frutos da pupunheira, cozidos em água e sal, é tradicional na região Amazônica. Mas no Sudeste e no Cento-Oeste, cultiva-se a Pupunha para a produção de palmito.

Principais cultivares de Couve-flor e sua época de plantio

A Couve-flor é uma cultura tipicamente de clima temperado. Os cultivares existentes têm exigências de temperatura muito específicas e a escolha do cultivar vai depender das condições climáticas locais. Portanto, faz-se necessário esclarecer que a época de plantio da Couve-flor está muito relacionada às exigências termoclimáticas do cultivar escolhido

Limão Taiti, poderoso na medicina e um dos frutos de maior importância comercial

A lima ácida 'Tahiti', também denominada limão 'Tahiti', é um fruto de origem tropical, de exploração econômica relativamente recente, tendo se tornado mais conhecida por volta do ano de 1875, quando surgiu na Califórnia (EUA). Embora o centro de origem exato seja desconhecido, admite-se que seja proveniente de sementes de frutos cítricos importados do Tahiti, daí a origem do nome.

Manga além de ser saborosa, possui grande valor nutritivo

A manga é uma fruta de clima tropical cujo relato de cultivo remonta há cerca de 4.000 anos. Seu local de origem é a Ásia, sendo cultivada na Índia, Malásia, Filipinas, dentre outros. Desde sua introdução no Brasil, por volta de século XIV, a cultura da manga se espalhou de maneira arbitrária e como cultivo em pomares caseiros, contudo, nos últimos anos, a fruta teve sua importância econômica aumentada, tanto no mercado interno quanto externo, o que tem levado ao estabelecimento de pomares comerciais com a finalidade de exportação, e mesmo os pequenos produtores têm melhorado seu padrão de qualidade.

Cultivo de manga - clima, temperatura, solo e colheita

A mangueira (Mangifera indica L.) é uma frutífera originária da Ásia, classificada como uma drupa, com as cores amarela, vermelha e laranja, quando madura. A escolha da variedade de manga a ser plantada depende de alguns aspectos importantes, como tolerância a pragas e doenças, qualidade do fruto, entre outros. Uma variedade bastante comum no Brasil é a Haden. Entretanto, há outras com igual potencial produtivo e qualidade, como a Tommy Atkins, a Kent e a Van Dyke. Estas últimas são as mangas mais cultivadas em plantios comerciais para consumo in natura. E a lista continua, como a Espada, a Rosa, a Ubá, a Carlota e a Maranhão.Todas também bastante suculentas e saborosas.

Horta - como plantar batata-doce (Ipomoea batatas) de forma orgânica

A batata-doce, cujo nome científico é Ipomoea batatas, é uma hortaliça tuberosa, melhor produzida em clima quente, com temperaturas noturnas e diurnas superiores a 20 graus centígrados, e alta luminosidade. Seu cultivo orgânico é feito, preferencialmente, no período chuvoso e quente. Entretanto, pode ser cultivada, também, em locais com clima ameno, mas que não sejam demasiadamente frios. Normalmente, a época de plantio vai de outubro até janeiro em locais de altitude. Em regiões baixas, com inverno ameno, ou seja, não muito frio, pode ser cultivada o ano todo.

Produção de Amendoim - dicas de plantio para o sucesso da produção

O plantio do amendoim deve ser feito quando houver temperaturas adequadas para a cultura, e umidade suficiente no solo. Nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste do Brasil, a melhor época para o plantio do amendoim ocorre nos meses de setembro a novembro. Os plantios realizados em setembro permitem maior produtividade, se houver umidade de solo suficiente para germinação e desenvolvimento das plantas. Em São Paulo, é comum o aproveitamento de áreas de amendoim, colhidas no verão, para o plantio de uma segunda safra de sequeiro, realizado entre janeiro e fevereiro. Neste caso, as produtividades esperadas são menores, devido à maior probabilidade de estiagens no final do ciclo.

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