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Conheça mais sobre o diabetes Mellitus

Por meio da glicose as células do nosso organismo produzem energia para o desempenho das mais diversas funções. Ao ingerirmos os alimentos, a glicose entra na corrente sanguínea e, em seguida, nas células, com o auxílio de um hormônio produzido pelo pâncreas, a insulina. Se por algum motivo o organismo não fabrica insulina suficiente, ou não responde bem a ela, uma mínima quantia de glicose penetra nas células, o que aumenta o açúcar no sangue. À incapacidade do organismo regular a quantidade de açúcar no sangue chamamos de diabetes.

Diferenças entre o Diabetes Mellitus Tipo 1 e o Tipo 2

O diabetes Mellitus, classificado como tipo 1, é uma doença crônica, causada pela destruição autoimune das células beta pancreáticas produtoras de insulina, podendo ocorrer na faixa etária de 0 a 35 anos de idade. Esse tipo de diabetes era chamado de Diabetes Infanto-Juvenil ou Insulinodependente, pois acometia crianças e pessoas mais jovens, provocando dependência de insulina. Fatores como influência hereditária e genes como os HLA Dr3 e Dr4 podem possibilitar a ocorrência do diabetes tipo 1. Entretanto, alguns fatores ambientais, como situações de estresse, podem abrir a janela imunológica do indivíduo, gerando o DM1.

Diabetes - causas, sintomas, fatores de risco, prevenção e tratamento

O Diabetes é uma doença séria, que requer cuidados especiais e é a terceira causa de morte no mundo. Mas há como lidar com ela de maneira tranquila. Neste sentido, prevenção, controle e informação são os caminhos mais indicados para isso.

Confira algumas dicas de culinária para quem tem diabetes

O diabetes é uma doença que provoca um aumento na taxa de glicose do sangue e pode ocorrer a partir de “defeitos” na secreção ou na ação da insulina, produzida pelas células beta no pâncreas. A falta dessa substância ou alguma alteração na sua ação é que provoca o aumento da glicose, conhecida como hiperglicemia.

Atividades físicas para diabéticos - 14 vantagens dos exercícios físicos

Desde 1922, vários autores verificaram a interação da insulina com a atividade física e os benefícios no tratamento do diabetes. A partir de então, a tríade dieta, medicamentos (quando necessário), e exercício, fundamentados em um processo educacional, formam o princípio do tratamento desta doença. Especificamente no diabetes tipo 1, ou insulinodependente, o exercício auxilia no controle da glicemia, porque durante a contração muscular a célula torna-se mais permeável à glicose, possibilitando, muitas vezes, ao indivíduo reduzir a dose de insulina.

Diabéticos podem fazer exercícios físicos? Sim e devem!

Diabéticos podem fazer exercícios? Sim e devem! O exercício físico exerce grande influência na melhoria da qualidade de vida do diabético e a principal delas é utilizar a glicose como fonte de energia, porque quando a pessoa faz atividade física, a membrana naturalmente se torna mais permeável à entrada da glicose na célula, sendo esse o principal fator do controle metabólico do diabético.

O Diabetes é uma doença séria. Cuide-se!

O Diabetes é uma doença séria, que requer cuidados especiais e é a terceira causa de morte no mundo. Mesmo com os avanços da medicina, no Brasil, dos 9 milhões de diabéticos apenas a metade sabe que tem a doença e dos que sabem, 23% não recebem tratamento adequado.

Quer comer sem culpa? Confira 7 pratos para diabéticos

Engana-se quem pensa que a dieta de pessoas que possuem diabetes deve ser totalmente restrita. Em alguns casos é preciso eliminar alguns alimentos da dieta, mas, ainda assim, é possível comer um número infinito de pratos tomando alguns cuidados em relação aos ingredientes que os compõe, para evitar que o nível de glicose se desregule totalmente e provoque, futuramente complicações graves.

Atividades físicas para diabéticos - exercícios como prevenção e tratamento

As atividades físicas para diabéticos podem contribuir tanto para a prevenção quanto para o tratamento do diabetes, doença que acomete de 5 a 9 milhões de brasileiros. Ainda assim, quando os exercícios são realizados sem acompanhamento, há risco de sérias complicações para os pacientes. A prática errônea dos exercícios está associada à ocorrência de complicações, agravando os quadros de hipertensão ou de doenças cardíacas, articulares e neurológicas.

Pequenas empresas - dicas para sobreviver aos primeiros dez primeiros anos de vida

Pesquisas recentes do Sebrae e do GEM (Global Entrepreneurship Monitor) mostram que mais de 40% dos brasileiros gostariam de ter o seu próprio negócio, porém, 35% deles têm medo de fracassar nos primeiros dez anos de vida. Medo válido e justificável, visto que as estatísticas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) comprovam que 48% das pequenas empresas brasileiras, de fato, não conseguem sobreviver até os três anos das empresas. Mesmo assim, apesar de tantos dados negativos, a taxa de empreendedorismo no país vem crescendo muito nos últimos anos e a cada cinco minutos, um novo negócio é aberto em território brasileiro.

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