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Poços artesianos - para que servem e como são constituídos

Os poços artesianos são perfurados com o objetivo de captar a água que se encontra armazenada no lençol freático. Para não serem confundidos com os poços freáticos rasos que, em algumas regiões do Brasil são conhecidos como cisternas, os poços freáticos tubulares são chamados, também, de poços semiartesianos ou pocinhos. A profundidade máxima dos poços, por sua vez, corresponde à profundidade da camada impermeável que se encontra abaixo da superfície do solo do local onde o poço será construído. Desta forma, consegue-se coletar a água armazenada acima da camada impermeável, proveniente do lençol freático. No que se refere às vazões que podem ser obtidas dos poços artesianos e semiartesianos, considera-se que, na maioria das vezes, elas ficam entre 500 L/h a 4.000 L/h, dependendo da capacidade do lençol freático do local. Assim sendo, caso um poço apresente uma vazão de 500 L/h, fazendo-se um bombeamento constante durante 24 horas, ele será capaz de fornecer 12.000 L (500 L/h x 24 h/dia = 12.000 L/dia) de água em um único dia. Esse valor é elevado para 96.000 L/dia (4.000 L/h x 24 h/dia = 96.000 L/dia) se a vazão do poço for de 4.000 L/h. Portanto, apesar de apresentarem menores vazões, os poços freáticos tubulares conseguem atender de forma satisfatória a maioria de casos em que a demanda de água é relativamente pequena.

Como tratar a água de poços artesianos e semiartesianos?

Se perfurados adequadamente, com o auxílio de técnicos especializados, os poços artesianos são fontes de água subterrânea de excelente qualidade. Por isso, são desnecessários os processos de clarificação. Entretanto, para garantir a qualidade em todo o sistema de armazenamento e de distribuição, recomenda-se o processo de cloração, por meio do sistema de aplicação de cloro por gotejamento. A utilização de dosadores por gotejamento representa uma excelente opção, pois permite realizar a cloração somente quando há bombeamento de água, dispensando operações manuais do sistema.

O uso de bombas para a captação de águas subterrâneas é o melhor método para a preservação da qualidade

Considera-se aqui como sendo água de origem subterrânea aquela captada abaixo da superfície do solo, através de poços perfurados (caipira, minipoço ou poço profundo) e águas superficiais como sendo as captações feitas diretamente das nascentes, mesmo sendo tomadas as providências para evitar a exposição da água que ?brota? de uma nascente, ao meio ambiente. Neste sentido, o tratamento das águas subterrâneas deve começar com a adoção de cuidados específicos. Trata-se de medidas simples, mas fundamentais para que a qualidade da água subterrânea de um poço possa ser preservada e, assim, resultar na obtenção de uma água de excelente qualidade. Confira:

Poço caipira - método mais usado no meio rural para a captação de água

O poço caipira é aquele perfurado manualmente, com diâmetro em torno de um metro e a profundidade variável (até encontrar água). São poços que visam a captação de água do lençol freático uma vez que a camada impermeável não é perfurada.

Poços artesianos, uma grande possibilidade de captação de água

A água é, sem dúvida, um recurso natural indispensável para a manutenção de todo o tipo de vida existente em nosso planeta. Ou seja, trata-se de um elemento sem o qual implicaria extinção de várias formas de vida, inclusive a humana. Ela encontra-se presente em praticamente todo tipo de matéria, seja viva ou inanimada, existente ao nosso redor. Um exemplo disso é o fato de ser encontrada em organismos vivos (animais ou vegetais) e, até mesmo, no interior de algumas rochas que se localizam no interior da crosta terrestre.

Como fazer velas artesanais - vela piloto (forma com furo)

A vela piloto é a vela básica e pode ser feita em uma forma com furo ou ainda com ilhós. Essa vela é bastante usada como base para velas, com elementos tais como trigo, folhas, grãos, entre outros. Ela será a parte central dessas velas em que uma segunda camada com os elementos será colocada. Ao queimar, a vela piloto permite que a segunda camada com os elementos permaneça intacta. Além disso, é uma vela extremamente fácil de se fazer.

Brotos comestíveis - recipientes ideais para a produção

Vários tipos de recipientes podem ser utilizados para a produção de brotos: caixas de madeira (resistente a umidade) com furo num dos cantos, tanque de aço inoxidável, caixa de isopor (com dreno num dos lados), sacos de pano, baldes, tambores, bandejas de isopor, jarros, potes de cerâmica, vidros, cestas de bambu, escorredor de macarrão (de preferência de plástico), etc. Recipientes com uma peça perfurada móvel no fundo, que atuaria como suporte para as sementes, evitando o contato delas com água empoçada, é útil em alguns casos. Também o uso de uma peça perfurada rígida sobre as sementes em um balde (como uma forma de pizza perfurada) serviria de suporte para os pesos.

Abelhas sem ferrão - Guarupu (Melipona bicolor)

A Guarupu (Melipona bicolor) é uma abelha social da subfamília dos meliponíneos, de ampla distribuição brasileira. Também é conhecida pelos nomes de Fura-Terra, Garapu, Graipu, Guaraipo, Guarapu e Pé-de-Pau. Essa espécie é muito mansa, proporcionando um fácil manejo. A Guarupu apresenta poliginia, isto é, mais de uma rainha no mesmo ninho, o que é raro entre as abelhas sem ferrão.

Fabricação e Reparo de Joias - fazer fios, tubos e elos

O ourives introduz o metal na fieira para que possa fazer o fio na medida exata e para que ele fique uniforme. Existem dois tamanhos de fieira, a primeira, com furos maiores e mais pesada; a outra, com furos menores e mais leve. O processo é realizado da seguinte forma: o ourives introduz o fio na parte de trás da fieira, puxa o fio com um alicate especial, apropriado para esta tarefa, utilizando as duas mãos.

Água: tipos de lençóis subterrâneos

Todo solo é formado por partículas minerais sólidas, entre as quais existem pequenos espaços vazios, preenchidos com água ou com ar. Além disso, as partículas encontram-se agregadas, formando camadas de solo chamadas de aluvião. A sustentação dessas camadas pode ser feita por imensas camadas de rochas ou argila adensada impermeáveis, o que impossibilita a descida da água para solos mais profundos. A profundidade da camada impermeável é variável. Em alguns locais, ela poderá estar a apenas poucos metros abaixo da superfície do solo; em outros, a milhões de metros.

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