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Piscicultura: Pacu e Tambaqui

Além de possuírem características que vão desde excelente capacidade de adquirir peso, até rusticidade e qualidade de se adaptar, o Pacu e o Tambaqui possuem carne sólida e de agradável sabor, o que favorece muito a venda destes peixes.

Pacu e Tambaqui: tipos de ração

No Brasil, os peixes nativos vêm sendo cada vez mais cultivados. É o caso do Piaractus mesopotamicus (Pacu) e do Colossoma macropomum (Tambaqui). Isso porque são peixes tradicionalmente consumidos pela população brasileira nos seus locais de origem (cidades próximas ao pantanal ou ao rio Paraná), pois têm carne saborosa, compondo parte dos pratos típicos da região.

Peixes de água doce do Brasil - Pacu (Piaractus mesopotamicus)

O Pacu é um peixe de escamas pequenas e numerosas. Sua coloração é cinza-escura, no dorso, e amarelo-dourada, no ventre, podendo variar devido o ambiente. Tem corpo comprimido, alto e em forma de disco, apresentando quilha ventral com espinhos, cujo número pode variar de 6 a 70. Seus dentes são molariformes. Possui carne muito saborosa, por isso é muito pescado. É uma espécie que vem sendo muito utilizada na piscicultura e para a formação do híbrido Tambacu em cruzamento com o Tambaqui. Pode alcançar mais de 70 cm de comprimento e pesar até 20 Kg.

Pacu e Tambaqui são nativos do Brasil, lucrativos e fáceis de criar

O Pacu e o Tambaqui são peixes nativos do Brasil, que vem sendo cada vez mais utilizados na piscicultura nacional. Das espécies nativas, são as mais lucrativas e fáceis de criar. São tradicionalmente consumidos pela população brasileira nos seus locais de origem, onde, por terem carne saborosa, fazem parte dos pratos típicos.

Peixes redondos: a nova opção de consumo e produção nacional

Considerados como os novos queridinhos do Brasil, devido ao constante aumento da demanda por alimentos nutritivos e saudáveis, cresce a produção e o consumo dos chamados peixes redondos no País nos últimos anos. Entram aqui, pescados como o tambaqui, o pirapitinga, o pacu e seus híbridos, peixes estes que têm em sua composição 20% de proteína e aminoácidos essenciais em quantidades e proporções ideais para atender às necessidades orgânicas.

Criatividade e curiosidade - como estimular os alunos

Como a maioria das práticas pedagógicas implantadas nas escolas são padronizadas, seguindo procedimentos e cartilhas, desenvolver o potencial criativo dos alunos tornou-se um grande desafio para os educadores, que são os responsáveis por estimular e facilitar a criatividade em sala de aula. Estimular a criatividade, portanto, é um dos eixos norteadores do ensino e da aprendizagem.

Educação Infantil: o conhecimento da natureza e da sociedade

Desde o nascimento, as crianças observam e examinam ao seu redor, buscando informações sobre o mundo por meio dos sentidos. De início, sua compreensão do mundo físico está limitada ao seu campo perceptual: as coisas que elas não percebem não existem, e as que elas percebem, muitas vezes, parecem inexplicáveis. Por isso, elas obtêm sentido do mundo pelo movimento e pelas sensações. Principalmente, porque têm uma curiosidade impressionante, que as impele à ação - tocar, provar, pensar, misturar, derramar. É assim que surge o conhecimento da criança em relação à natureza e à sociedade.

Piscicultura: alimentação balanceada garante o sucesso do empreendimento

No Brasil, a piscicultura, como atividade rural, surgiu há cerca de 70 anos, no Estado de São Paulo, com a introdução do cultivo da carpa comum, truta arco-íris e a tilápia. Esse cultivo só se consolidou na década de 80, com o desenvolvimento da tecnologia da desova induzida para o pacu e o tambaqui. Tal fato viabilizou os processos produtivos com o escoamento de produção em larga escala.

Brincar, comer e aprender ao mesmo tempo. Em quatro etapas, saiba como isto é possível

Muitas vezes, sem ao menos provar, as crianças se recusam a comer alguns alimentos, como frutas, legumes e verduras. Forçá-los? Nem pensar, pois esta atitude pode ser traumática tanto para elas quanto para os pais. Está na hora, então, de convidá-los a participar da preparação dos próprios alimentos; é hora de chamá-los para colocarem as pequenas mãos na massa e, juntos, com muita criatividade e bom humor, preparar pratos saborosos e nutritivos, doces e salgados. O resultado? Muito positivo, diga-se de passagem, já que é possível, ao mesmo tempo, adquirir conhecimento enquanto cozinham, aprendendo sobre os ingredientes que comporão os pratos; despertar curiosidades; aguçar a imaginação; e, ainda, sentir vontade de comer o que foi, com muitas brincadeiras lúdicas, preparado. Em quatro etapas, saiba como isto é possível:

Curiosidades sobre a seda: do surgimento ao Brasil

Existem muitas lendas em torno da seda, uma delas é de que foi descoberta, por acaso, por uma rainha chinesa. Segundo dizem, “quando tomava chá embaixo de uma Amoreira, nos arredores do seu palácio, um casulo caiu dentro de sua xícara de chá fervendo e soltou um fio. Assim, estava descoberta a seda”.

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