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Desenvolvimento pesqueiro, futuro promissor para criação de peixes

A piscicultura é um dos ramos da aquicultura, definida como a arte de criar e multiplicar os peixes, que vem crescendo rapidamente nos últimos anos. A aquicultura comercial brasileira se firmou como uma atividade econômica no cenário nacional a partir de 1990, época em que nossa produção de pescado cultivado girava em torno de 25.000 toneladas/ano. Aliado ao grande potencial nacional para o desenvolvimento do setor pesqueiro, o governo vem trabalhando planos de incentivo ao crescimento da piscicultura, vendo uma grande oportunidade de produzir um alimento nobre e gerar emprego e renda.

Tecnologia na criação de camarão de água doce gera índices de produtividade elevados

A aquicultura produz alimentos de considerável valor econômico que a torna uma atividade interessante para o produtor, além do elevado valor proteico, beneficiando o consumidor. Nesse contexto, uma das categorias cuja exploração vem despertando grande interesse, é a do camarão. A produção mundial de camarões atinge 2.200.000 toneladas anuais, ressaltando-se que, atualmente, 50% dos camarões consumidos são oriundos da carcinicultura, contra apenas 6% na década passada, sendo que os cultivados em água doce contribuem com cerca de 5% de toda cultura.

Nutrição de peixes - outras fontes proteicas

A elaboração de ração para aquicultura depende atualmente de um grande aporte de farinha de peixe. Com a progressiva escassez desse insumo no mercado mundial, a produção de uma ração comercial de qualidade dependerá, em futuro breve, da elaboração de um substituto adequado para a farinha de peixe, tanto no aspecto nutricional como no custo. Muitos estudos têm sido realizados com outras fontes proteicas no sentido de substituir a farinha de peixe.

Piscicultura intensiva e sustentável

A nova etapa da piscicultura brasileira é a industrialização, nela é necessário o uso de tecnologia, e a rentabilidade irá depender muito da produtividade. A tendência da aquicultura em todo o mundo é a busca da qualidade do produto com a preocupação da qualidade de vida na área onde o pescado é produzido.

Entre para o promissor setor da piscicultura

A piscicultura é um ramo da aquicultura e se destina à criação de peixes tanto em água doce quanto em água salgada. Essa atividade está entre as mais antigas praticadas pela humaninade. No Brasil, os recursos pesqueiros são fonte de renda e trabalho para muitas famílias. Nos últimos anos, tem havido uma demanda crescente por esse importante alimento. O mercado é promissor e o governo tem direcionado investimentos a ele, visando ao desenvolvimento do mesmo.

Técnicas de Processamento de Peixes

A aquicultura no Brasil tem-se expandido em ritmo acelerado na última década, tendo sido beneficiada em grande parte pelo crescimento da pesca esportiva. Contudo, a oferta de peixes criados em pisciculturas comercias, começa a superar a demanda dos pesque-pagues, conduzindo a atividade para uma fase industrial.

Nutrição e alimentação de peixes é fator de importância no sucesso da criação

Com a estagnação da quantidade de pescado proveniente da captura, a aquicultura deverá assumir, neste novo milênio, a responsabilidade em atender a demanda de produtos aquícolas, por meio do aumento da utilização de espécies e tecnologias adequadas à piscicultura. Em resposta à crescente demanda, a piscicultura tem avançado como a atividade zootécnica de mais rápido desenvolvimento no mundo. Na década de 1990, a produção mundial de pescado aumentou de 6,7 para 20,9 milhões de toneladas.

Criação do peixe tilápia traz possibilidade de exportação

A piscicultura é uma atividade que vem crescendo rapidamente no mundo inteiro, em virtude da alta qualidade da carne dos peixes e da redução gradativa dos estoques marinhos e continentais para exploração pesqueira. Segundo estimativas da FAO, a atual produção de peixes pela aquicultura deverá ser dobrada nos próximos quinze anos para atender à demanda de mercado.

Ranicultura ganha cada vez mais espaço no Brasil

A ranicultura é um ramo da aquicultura que está em crescimento no Brasil. Pesquisas têm apontado características da rã que podem torná-la ainda mais rentável ao produtor. Sua carne é muito saborosa e possui substâncias que auxiliam alguns tratamentos alérgicos e de doenças gastrointestinais. Restaurantes sofisticados são os principais consumidores dessa iguaria. Sua pele pode ser amplamente comercializada, já que possui efeito cicatrizante, especialmente em tratamentos de queimadura, e pode ser transformada em couro. O óleo da rã também fornece bom índice lucrativo ao criador, pois constitui a fórmula de alguns medicamentos e cosméticos.

Peixes de água doce do Brasil - Jundiá (Rhamdia quelen)

O peixe Jundiá é um peixe de couro. Possui coloração acinzentada-escura e ventre branco. Destaca-se por ser uma das mais promissoras no cultivo por meio da Aquicultura, uma vez que apresenta rápido crescimento, fácil adaptação à criação intensiva, rústico, facilmente induzido à reprodução, com alta taxa de fecundação, possuindo ainda carne saborosa, com baixo teor de gordura e poucas espinhas. Pode atingir 50cm de comprimento e 3kg de peso.

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