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Cuidador de idosos - tipos de banho e sua importância para a hidratação da pele dos idosos

A pele é o revestimento externo do corpo, integrante do sistema tegumentar (junto ao cabelo e pelos, unhas, glândulas sudoríparas e sebáceas). Nem todos sabem, mas a pele é o maior órgão de nosso corpo e o mais pesado, constituindo 15% do peso corporal. Sua função é nos proteger contra microrganismos e contra substâncias estranhas; atua na termorregulação do nosso organismo, protegendo-nos contra a desidratação; atua na reserva de nutrientes e, ainda, contém terminações nervosas sensitivas. À medida que ficamos mais velhos, nossa pele fica mais fina, menos elástica e mais ressecada. O banho, então, aumenta a resistência da pele fazendo com que a mesma consiga recuperar-se mais rápido em caso de lesões, por exemplo. Por essa razão, o primeiro objetivo ao cuidar da pele da pessoa idosa, afim de manter ao máximo suas propriedades, é mantê-la hidratada, o que explica a grande importância do banho para os idosos.

Cuidador de idosos - hora do banho, como agir?

O momento do banho, para o idoso, muitas vezes nada tem de agradável. Muito pelo contrário, o banho chega a ser extremamente constrangedor, já que demonstra a quão dependente ele está por não conseguir realizar, sequer, a sua própria higiene íntima. Este fato infelizmente causa no idoso a terrível sensação de incapacidade, invalidez, vergonha, desconforto e muita tristeza. Portanto, todo cuidado ainda é pouco, pois o psicológico do idoso é completamente abalado. É preciso que o cuidador de idosos, então, deixe seu cliente o mais calmos e à vontade possível, reduzindo a taxa de estresse e fazendo com que esse momento ruim passo rápido.

Cuidador de idosos - perfil profissional e ética no trabalho

Em virtude de a população brasileira estar envelhecendo, a previsão em relação ao número de idosos para 2050 será de 63 milhões de idosos, ou 172 idosos para cada 100 jovens ? contra apenas 10 idosos para 100 jovens em 1980. Sendo assim, para cuidar devidamente da pessoa idosa, é necessário vê-la num todo, mas, para isso, é vital conhecer a si próprio, o que não se desenvolve apenas em treinamentos ou reciclagens técnicas, mas também por meio de uma relação de emoção e razão entre o cuidador e o idoso. Daí a extrema necessidade deste profissional ter o perfil exato para desenvolver, com competência, sua profissão.

Cuidador de idosos - conhecimentos básicos necessários para o exercício da profissão

Saber cuidar de idosos não é um conhecimento que se nasce com ele. Esta atividade requer estudos, preparos e treinamentos. Se pensarmos no tamanho do nosso país e as divergentes culturas regionais, então, aí é que o treinamento deve ser reforçado. Assim como os jovens, os idosos também possuem suas características individuais, opiniões, resistências, simpatias, gostos, sonhos e anseios.

Cuidador de idosos - competências pessoais necessárias para o exercício da profissão

O cuidador de idosos, devidamente capacitado para executar essa função, deverá possuir algumas habilidades básicas, necessárias e fundamentais para o trabalho com os idosos. Segundo a CBO (Classificação Brasileira de Ocupações), as competências pessoais do cuidador são:

O idoso e os cuidados com a medicação

Com o envelhecimento, o número de doenças, principalmente as crônicas, tendem a aumentar, levando, assim, ao consumo de grande variedade e quantidade de medicamentos. Quando os medicamentos são administrados corretamente, ajudam no prolongamento de vida dos idosos, dão mais qualidade de vida, melhoram a condição de saúde, auxiliam na otimização do tratamento, além de evitar o consumo de remédios fora de validade.

Uma profissão promissora? Cuidador de idosos!

Diante da escassez de profissionais no mercado de trabalho, muitas pessoas têm disponibilizado a realizar a atividade de cuidador de idosos, aproveitando a referida condição para obter trabalho remunerado. Daí surge um problema. “Embora existam muitos cuidadores de idosos atuando na sociedade, muitos desses não apresentam capacitação adequada para prestar um atendimento seguro, e livre de danos durante a assistência”, afirma Renan Sallazar, professor do Curso a Distância CPT Capacitação de Cuidador de Idosos. Essa falta de capacitação pode levar o cuidador a cometer erros que podem comprometer a saúde do idoso em vez de proporcionar cuidado.

Cuidador de idosos - como arrumar a cama e evitar as escaras

Muitos idosos passam grande parte do dia deitados em suas camas, seja por debilitações físicas, invalidez ou, ainda, por outros fatores alheios à sua vontade. Sendo assim, é imprescindível deixá-los bem confortáveis, sobre um colchão adequado ao seu problema de saúde, com roupas de cama cheirosas, limpas, bem passadas e esticadas, evitando qualquer tipo de desconforto ao seu corpo. Neste sentido, a arrumação da cama é muito importante, pois irá ajudar a prevenir complicações, como as úlceras por pressão, mais conhecidas como escaras.

Você sabe como cortar as unhas das mãos e dos pés dos idosos?

Os cuidados com as unhas das mãos e dos pés, assim como quaisquer outras partes do corpo, é de fundamental importância para a saúde de todos, principalmente dos idosos. Unhas grandes e sujas podem causar vários transtornos aos idosos, muitas vezes de difícil tratamento, já que podem ferir-lhes a frágil pele, por meio de cortes (rasos e profundos), transmitir-lhes doenças, via bactérias diversas acumuladas sob as unhas e diversos outros problemas. Faz-se necessário, então, mantê-las sempre aparadas e limpas, de modo a evitar qualquer tipo de aborrecimento futuro. Resta saber, enfim, se o cuidador está devidamente preparado para lidar com essa situação, visto que muitos idosos se mantêm resistentes quando o assunto é a boa manutenção das unhas. Neste sentido, observe as orientações abaixo e conclua você mesmo, cuidador, se está preparado para este tipo de tarefa.

Comunicação entre o cuidador de idosos e o idoso

Comunicar envolve, além das palavras que são expressas por meio da fala ou da escrita, todos os sinais transmitidos pelas expressões faciais, pela postura corporal e também pela proximidade ou distância que se mantém entre as pessoas; a capacidade e jeito de tocar, ou mesmo o silêncio em uma conversa. No caso do idoso, algumas vezes ele pode ficar irritado por não conseguir falar ou se expressar, embora entenda o que falam com ele.

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