WhatsApp SAC (31) 98799-0134 WhatsApp Vendas (31) 99294-0024 Ligamos para Você Central de Vendas (31) 3899-7000
Como podemos te ajudar?
0

Seu carrinho está vazio

Clique aqui para ver mais cursos.

Professor não diagnostica aluno com deficiência. Ele observa!

Os professores precisam conhecer, observar e, com cautela, sugerir encaminhamentos para outros profissionais, depois de esgotadas as tentativas dentro da sala de aula

Professor não diagnostica aluno com deficiência. Ele observa!

 

Classificar os alunos como deficientes pode ser perigoso para os professores, você sabia disso? Pois, acredite, é verdade. Em uma escola, para um aluno ser vítima de preconceito basta fugir um pouquinho dos padrões da normalidade.

Neste sentido, "os professores envolvidos com a inclusão devem ter conhecimentos básicos sobre as características das deficiências, pois muitas delas só são de fato detectadas quando o aluno vai para a escola", explica Rita de Cássia Arruda, professora do Curso CPT Educação Inclusiva e Educação Especial.

O professor comprometido com a educação e com o bem-estar de seus alunos quando suspeita que algum deles tenha um tipo de deficiência ou outra desordem qualquer, pesquisa, se informa, observa, para depois comunicar ao coordenador pedagógico da escola que organizará uma reunião formal para comunicar aos pais as questões observadas em sala de aula, tais como:


♦ Atenção/dispersão;
♦ Relacionamento com os professores e colegas,
♦ Inquietação ou apatia;
♦ Autonomia/dependência;
♦ Agilidade/lentidão;
♦ Resposta aos conteúdos propostos etc.

Todos os membros da escola, sem exceção, devem estar muito atentos e precisam ser orientados em relação à forma de se referir tanto aos alunos com deficiência quanto aos sem deficiência.

Termos pejorativos como doidinho, ceguinho, mudinho, aleijado, doente, aluado, mongol, pinel, tortinho, entre tantos outros, podem ser deletados da memória de todos os funcionários da escola, para evitar que os alunos ouçam e, consequentemente, reproduzam.

Quando um aluno se referir ao outro utilizando algum dos termos mencionados, a escola precisa
se posicionar, de modo a evitar constrangimentos ao aluno deficiente e orientar o aluno ofensor (mesmo que não haja a intenção da ofensa) a não utilizar termos desagradáveis que firam a autoestima do colega.

Ensinar a respeitar beneficia toda a escola e gera pessoas melhores.


Gostou do assunto? Quer saber mais sobre o Curso CPT? Assista ao vídeo abaixo:


 


Conheça os Cursos CPT da área Metodologia de Ensino.
Por Silvana Teixeira.

Deixe seu comentário

Avise-me, por e-mail, a respeito de novos comentários sobre esta matéria.

O CPT garante a você 100% de segurança e
confidencialidade em seus dados pessoais e e-mail.
Seu comentário foi enviado com sucesso!

Informamos que a resposta será publicada o mais breve possível, assim que passar pela moderação.

Obrigado pela sua participação.

Últimos Artigos

Artigos Mais Lidos

Quer mudar de vida e ter sucesso profissional? Vamos te ajudar!