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Gestão da água para criação de peixes (Piscicultura)

Com um crescimento aproximado de 30% ao ano, a piscicultura no Brasil possui índice superior quando comparada à pecuária e à agricultura. Para tal, a excelente gestão da água é primordial

Gestão de água


Atualmente, temos vivenciado um problema crescente em todo mundo que é a falta de água. Este recurso natural de valor inestimável é fundamental para o sucesso de quaisquer atividades e a criação de peixes, por sua vez, está ligada diretamente à quantidade de água disponível. Portanto, mesmo havendo um cenário positivo para a piscicultura no Brasil, tanto em termos econômicos quanto conjunturais, a excelente gestão da água para a criação de peixes é fundamental para o sucesso do negócio.

Com um crescimento aproximado de 30% ao ano, a piscicultura no Brasil possui um índice superior a outras atividades rurais como a pecuária e a agricultura. Isso pode se dever, principalmente, ao fato de que a piscicultura possibilita uma boa lucratividade e um retorno rápido do capital investido. Para se ter ideia, em menos de uma década, após implantarem a atividade de piscicultura em fazendas que antes produziam exclusivamente soja, atingiu-se o que foi chamado de “O Milagre dos Peixes”, em outras palavras, ganha-se com um hectare de criação de peixes o mesmo que em 100 hectares de soja.

Segundo Dr. Giovanni Resende, professor do Curso a Distância CPT Criação de Peixes - Como Implantar uma Piscicultura, em Livro+DVD e Curso Online, “O peixe é a carne do futuro, pois as pessoas têm percebido, cada vez mais, a qualidade deste alimento e seus benefícios para a saúde”.

Além disso, existe grande mercado para o pescado no Brasil, transformando-se em um promissor negócio. Antes de decidir-se em trabalhar com criação e comercialização de peixes, porém, é importante que o empreendedor cheque as seguintes premissas:

1- Há no local escolhido para a implantação da piscicultura boa vazão de água de boa qualidade?
2- A água poderá ser obtida, de preferência, por gravidade?
3- Há como realizar um monitoramento constante da qualidade dessa água?
4- O clima predominante é quente?
5- O solo, de preferência, é areno-argiloso?
6- O local de implantação dos tanques é livre de erosão e restrições ambientais?
7- Há energia elétrica e estradas em boa condição?
8- A localização facilita a logística?
9- O projeto de construção dos tanques é dotado de medidas de segurança contra predadores e roubo?
10- É fácil o acesso a insumos de boa qualidade, como alevinos, rações, e outros?
11- Será possível realizar capacitação e aprendizado constantes sobre a atividade?
12- Haverá acompanhamento do desempenho da criação com uma assistência técnica especializada?
13- Controles gerenciais para não ocorrer prejuízo no negócio estão entre as prioridades?

Feito isto, é hora de aprender um pouco mais sobre algumas características desejáveis à implantação de pisciculturas em propriedades rurais. Dentre outras, destacam-se:
 
- Quanto a área de instalação da piscicultura



Escolha uma área bem aberta, com boa ventilação e luminosidade, para a instalação dos tanques-rede, promovendo maior troca gasosa e fornecimento de oxigênio para os peixes. É muito importante que haja troca d’água contínua do interior dos tanques-rede, para que haja o arraste de impurezas. Os acessos aos tanques deverão estar em boa condição, com manutenções frequentes, havendo, inclusive, a preocupação de mantê-los cercados a fim de impedir que animais possam danificá-los.

- Quanto a estrutura do solo para a implantação da piscicultura



O empreendedor deverá ater-se para que trilhos do gado associados à inclinação do terreno e erosão laminar, originem caminhos que levem a água da chuva aos açudes/viveiros. É imprescindível evitar o esfriamento ou inversão térmica da água de cultivo, levando a um choque térmico nos peixes ou, ainda, o carreamento de materiais indesejáveis, como terra, agrotóxicos ou excesso de adubo, levando, também, à mortalidade dos peixes.

- Quanto a qualidade da água para a piscicultura



Quem pretende se tornar um piscicultor, antes de qualquer coisa, precisará ser um produtor de água, que poderá vir de várias fontes: nascentes, rios, córregos, riachos, cisternas, poços, açudes de reservação, chuva, entre outros. Também é possível bombear água até os tanques de criação. Porém, além de muito oneroso, a água deverá ser previamente tratada, evitando que sujeiras (sedimentos, areia, folhas, tronco e demais materiais indesejáveis na piscicultura) ou peixes invasores entrem nos tanques.

- Importância da análise da água para a piscicultura



Análise aprofundada de demanda de oxigênio, de contaminações orgânicas, coliformes fecais, e metais pesados deverão estar entre os itens de estudo da água, já que podem inviabilizar a atividade, acarretando, inclusive, na morte dos peixes. A presença de outros fatores, como temperatura, transparência, turbidez, pH, oxigênio dissolvido, gás carbônico, alcalinidade, dureza, fósforo, enxofre, nitrogênio e amônia tóxica também deverá ser analisada e corrigida (se for o caso) para não pôr a perder todo o investimento.

- Importância do Tratamento e controle de efluentes para a piscicultura



Efluentes são os resíduos líquidos provenientes de diversos processos, desde os industriais até agropastoris, lançados no meio ambiente de forma irresponsável. É importante ressaltar, para este caso, que a água dos criadouros de peixes não deve ser descartada diretamente no meio ambiente, principalmente nos córregos, rios e lagos. É imperioso que esta água seja tratada na lagoa de decantação para a devida oxidação e aeração da matéria orgânica nela existente. É necessário a implantação de plantas aquáticas, como aguapé e alface d'água para extrair os nutrientes dissolvidos, diminuindo sua concentração e o potencial poluidor da água. Peixes funcionais também podem ser mantidos na lagoa de decantação para ajudar na limpeza da água. Existem pecuaristas que já aproveitam a água de cultivo de peixes por meio da irrigação por escorrimento de culturas de milho hidropônico, forrageiras diversas, cana-de-açúcar e bancos de proteína.

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Por Silvana Teixeira.

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