Falta vontade do Governo Federal para resolver o problema da educação

Prof. Nelson Fernandes Maciel
Diretor-Presidente do
Grupo CPT

Uma educação básica de alta qualidade para todos é a única saída para a solução dos inúmeros problemas que afetam o nosso país e para garantir um futuro promissor.

Envergonha-nos a atual situação do Brasil, classificado nos últimos lugares no ranking do desenvolvimento educacional.

Dois fatos recentes demonstram que o nosso governo não tem vontade de mudar este modelo catastrófico para o nosso futuro.

Primeiro, a Lei Federal 12.796, de 2013, estabelece que a educação infantil, para o meio urbano e rural, será oferecida em creches, para crianças de até 3 anos, e em pré-escolas para crianças de 4 e 5 anos. Estabelece, ainda, diversas condições, como professores especializados na área e carga horária anual de, no mínimo, 800 horas, distribuídas em 200 dias letivos.

Agora, sabe quem serão os responsáveis por implementar esta inovação? Os municípios. Brincadeira de mau gosto!  Principalmente se considerarmos a situação da maioria dos municípios.

O segundo fato é que a Presidente difundiu, enfaticamente, na grande mídia, que a distribuição dos royalties do pré-sal, para os estados e municípios, será aplicada na educação. O pré-sal é uma duvidosa e questionável bandeira política utilizada pelo PT.

Não existe, no mundo, tecnologia economicamente viável e segura, inclusive no aspecto ambiental, para extração de petróleo àquela profundidade.  Esta é uma demonstração clara do desejo de confundir a população sobre as intenções do governo e mostra a falta de disposição em resolver o grande fiasco que é a nossa educação.

A situação é tão crítica que os professores da educação básica pública têm vergonha de ter sua profissão identificada, pelos bai-xos salários e pela falta de condições de trabalho, apesar da nobre missão de ensinar.

Pelos resultados, percebe-se, claramente, que o sistema que responsabiliza os estados e municípios pela educação básica não funciona.

Assim, o atraso a que estamos submetidos só será superado com um novo modelo educacional.

Precisamos de um modelo com metas ousadas e ambiciosas. Escolas bem projetadas e construídas, que possuam salas de aulas, laboratórios e bibliotecas bem montados e modernos, e que existam grandes áreas para prática de esportes.

Todas as crianças devem estar na escola, em horário integral, desde os primeiros anos de alfabetização. Todas, independentemente de classe social, cor ou credo, terão as mesmas oportunidades, eliminando assim as controversas cotas raciais para as universidades.

 A situação é tão crítica que os professores da educação básica pública têm vergonha de ter sua profissão identificada, pelos baixos salários e pela falta de condições de trabalho, apesar da nobre missão de ensinar.

Os professores serão bem preparados, com dedicação exclusiva, motivados e muito bem pagos, para que se sintam respeitados e tenham orgulho da profissão. Os melhores alunos serão estimulados e canalizados para serem futuros professores.

Os gestores dessas escolas serão capacitados, competentes e escolhidos com base no mérito.

Os projetos pedagógicos serão atualizados, criativos e atrativos para motivar as crianças e os jovens da era da internet.

Essas escolas estarão espalhadas, em quantidade suficiente, para atender às demandas dos mais de 8 mil municípios da nação brasileira.

Os pais terão orgulho de participar, contribuir e dizer que seu filho estuda naquela escola.

Assim, faremos a grande revolução. Uma revolução, que abrirá as portas do mercado internacional, para atingirmos o topo como um país desenvolvido e educado, com grandes benefícios para toda a população.

No entanto, a empreitada exige vontade, coragem e muito investimento. Assim, a única maneira de fazer com que isso aconteça é por meio do envolvimento e da responsabilidade completa do governo federal, pois lá está concentrada a maior parte (70%) do 1 trilhão e meio de reais, recursos da arrecadação nacional de impostos, no ano de 2012.

Precisaremos dos recursos usurpados pela corrupção; dos recursos das dívidas de outros países, que estão sendo perdoadas por motivos ideológicos; dos recursos desperdiçados pelo  BNDES em investimentos financeiros suspeitos e prejudiciais ao país; e de muitas outras ações para voltar as aplicações para este projeto necessário e vital.

As eleições presidenciais de 2014 já estão se aproximando; vamos esperar que algum candidato estabeleça, como uma de suas metas de governo, um novo modelo de educação com base em um sistema federal, como existe nos países desenvolvidos.

O apoio a este candidato será a esperança de uma nação com o futuro estabelecido.

Prof. Nelson Fernandes Maciel
Diretor-Presidente do Grupo CPT

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