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Estercos sólido, líquido e semissólido - como fazer o manejo

Os bovinos confinados produzem cerca de 40 kg/animal/dia de esterco e a composição dos dejetos, se líquido, sólido ou semissólido, varia de acordo com a alimentação fornecida

Estercos sólido, líquido e semissólido - como fazer o manejo   Artigos Cursos CPT
 

Os bovinos confinados produzem cerca de 40 kg/animal/dia de esterco e a composição dos dejetos, se líquido, sólido ou semissólido, varia de acordo com a alimentação fornecida. Estando em confinamento, esses dejetos merecem atenção especial quanto a forma de manejo de forma a não prejudicar o estado de saúde dos animais e comprometer a produtividade. Mas, afinal, qual a forma correta de lidar com eles? Como realizar o manejo dos dejetos de forma correta?

1- Manejo de esterco sólido (convencional)


Manejo do esterco sólido do gado em confinamento -  Artigos Cursos CPT


Quando sólido, o esterco de vacas criadas em sistema de confinamento deve ser raspado manualmente ou com o auxílio de raspadores acoplados em um trator que também servirá para a coleta e transporte dos dejetos. Entretanto, para facilitar a raspagem, deve-se evitar, ao máximo, o excesso de água. O esterco retirado diariamente poderá:

- Ser distribuído em locais cobertos ou não, para que haja o escoamento do excesso de umidade, e, depois, ser distribuído nas áreas de cultura;
- Ser levado para esterqueira ou para compostagem; e
- Ser distribuído diretamente nas áreas de cultura.

Segundo Adilson de Paula Almeida Aguiar, professor do Curso a Distância CPT Produção de Leite em Confinamento, em Livro+DVD e Curso Online, “Geralmente, não é necessário realizar nenhum tipo de processamento ou tratamento prévio do esterco antes de sua utilização como biofertilizante”. Mesmo ao adotar o manejo de esterco sólido, é fundamental a lavagem periódica dos pisos das instalações com jatos de água sob pressão. O chorume, que é a água de limpeza resultante desse processo, deverá ser direcionado para um depósito apropriado, com um tanque de esterco líquido, para, posteriormente, ser utilizado para fertirrigação de áreas de cultura.

2- Manejo de esterco líquido


Manejo do esterco líquido do gado em confinamento -  Artigos Cursos CPT


No caso de o esterco estar em forma líquida, é necessária a construção de tanques para coleta, tratamento e homogeneização do material proveniente da limpeza das instalações. A capacidade de armazenagem dos tanques dependerá de fatores inerentes à atividade produtiva, como o tamanho do rebanho, o sistema de confinamento, o sistema de tratamento adotado, a diluição dos dejetos, o tempo de detenção hidráulica nos reatores biológicos (digestão aeróbia ou anaeróbia), o tipo de solo e das culturas que serão irrigados com o material, o manejo adotado para o sistema de irrigação (fertirrigação) e a quantidade de águas pluviais que o sistema pode suportar.

As principais vantagens desse sistema são:

- A possibilidade de utilização de máquinas e equipamentos caros, como trator e implementos para outras atividades;
- A manutenção de nutrientes no solo, bem como a conservação e o melhoramento da fertilidade, caso as irrigações sejam frequentes;
- A diminuição dos gastos com fertilizantes e corretivos convencionais;
- A possibilidade de reaproveitamento do esterco líquido tratado, para limpeza hidráulica dos galpões de confinamento;
- A economia de água, energia e mão de obra, com expressivo ganho econômico e ambiental.

3- Manejo de esterco semissólido


Manejo do esterco semissólido do gado em confinamento -  Artigos Cursos CPT


No manejo de esterco semissólido, a mistura dos dejetos com água é usada somente para facilitar a remoção do esterco, pois o resultado desse processo produz um efluente com 12% a 16% de materiais sólidos, sendo considerado muito úmido para o sistema convencional e pouco úmido para
o sistema de irrigação.

O armazenamento, normalmente, é feito em tanques ou fossas construídas abaixo ou acima do nível do solo. Vale lembrar que, sempre que a topografia for favorável, deve-se aproveitar a gravidade para que haja a condução espontânea do efluente das instalações para o tanque, e deste para a fertirrigação do solo, proporcionando redução significativa dos custos de energia, mão de obra, materiais e equipamentos.

O volume dos tanques, fossas ou chorumeiras deve ser suficiente para comportar o efluente por um período de três a cinco dias e permitir maior flexibilidade de manejo sem aumentar os gastos com os investimentos. A distribuição do esterco semissólido, geralmente feita por meio de um distribuidor de esterco líquido tracionado por trator ou montado em chassis de caminhões (caminhão-tanque), equipado com sistema vácuo-compressor para as operações de homogeneização, carregamento e distribuição.

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Por Silvana Teixeira.

 

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